Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

STF mantém fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados

Decisão abre caminho para perda definitiva do cargo de juízes condenados por infrações graves, como venda de sentenças e assédio

Por Redação
30 de junho de 2026 - 15:39
em Brasil
STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes

Divulgação | STF

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, manter o entendimento que extingue a aposentadoria compulsória como punição máxima aplicada a magistrados condenados por infrações disciplinares graves. A decisão foi tomada nesta terça-feira (30), durante o julgamento de um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Na prática, a medida altera uma das punições mais controversas da magistratura brasileira. Até então, juízes condenados por condutas como venda de sentenças, corrupção, assédio moral ou sexual e outras faltas graves podiam ser aposentados compulsoriamente, mas continuavam recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.

Com o novo entendimento, a aposentadoria deixa de ser considerada a penalidade máxima. Após a condenação administrativa pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), caberá ao Supremo analisar um pedido para que o magistrado também perca definitivamente o cargo.

Reforma da Previdência fundamentou decisão

O novo entendimento foi proposto pelo ministro Flávio Dino, relator da ação. Em março deste ano, ele concluiu que a Reforma da Previdência de 2019 eliminou a possibilidade de utilizar a aposentadoria compulsória como sanção disciplinar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o ministro, manter o benefício previdenciário como punição acabava criando uma situação incompatível com a gravidade das infrações investigadas.

Na sessão desta terça-feira, os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia acompanharam integralmente o voto do relator, consolidando o entendimento da Primeira Turma.

Recurso da PGR foi rejeitado

Durante o julgamento, os ministros analisaram um recurso da Procuradoria-Geral da República, que questionava diferentes pontos da decisão.

A PGR sustentava que o Supremo não deveria ser responsável por julgar a ação destinada a decretar a perda definitiva do cargo e também contestava a atribuição dada à Advocacia-Geral da União (AGU) para propor esse processo.

O órgão ainda argumentava que o novo procedimento poderia enfraquecer a garantia constitucional da vitaliciedade, prevista para magistrados e membros do Ministério Público.

Por unanimidade, entretanto, a Primeira Turma rejeitou todos os argumentos apresentados e manteve integralmente a decisão tomada em março.

Como ficará o procedimento

Com a nova sistemática, o Conselho Nacional de Justiça continuará responsável por apurar e julgar administrativamente as infrações disciplinares praticadas por magistrados.

Caso a pena máxima seja aplicada, a Advocacia-Geral da União deverá ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal para que a Corte analise a perda definitiva do cargo.

Assim, a destituição do magistrado dependerá de uma decisão judicial do STF, deixando de existir a possibilidade de encerramento da carreira com manutenção automática da remuneração por meio da aposentadoria compulsória.

Punição era alvo de críticas

Criado em 2005 para exercer o controle disciplinar da magistratura, o Conselho Nacional de Justiça já aplicou a aposentadoria compulsória a 126 magistrados ao longo de duas décadas de funcionamento.

A penalidade sempre foi alvo de críticas por permitir que juízes condenados por infrações graves deixassem a carreira, mas continuassem recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço.

A decisão do Supremo representa uma mudança relevante no regime disciplinar da magistratura e tende a ampliar o rigor das punições aplicadas a integrantes do Poder Judiciário envolvidos em condutas consideradas incompatíveis com o exercício da função.

Tags: Alexandre de MoraesBrasilCármen LúciaCNJCristiano ZaninFlávio DinoJudiciárioJustiçamagistradosSTF
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes
Brasil

STF forma maioria parcial para liberar pagamento retroativo de penduricalhos a magistrados e membros do Ministério Público

Por Redação
26 de junho de 2026 - 15:55
Vídeo de Michelle expõe crise com Flávio Bolsonaro e amplia divisão no núcleo político da família
Brasil

Vídeo de Michelle expõe crise com Flávio Bolsonaro e amplia divisão no núcleo político da família

Por Redação
25 de junho de 2026 - 10:44

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Paraguai derruba a Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas da Copa do Mundo

    Paraguai derruba a Alemanha nos pênaltis e avança às oitavas da Copa do Mundo

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Copa do Mundo tem França em campo e duelo do anfitrião México nesta terça pelos 16 avos de final

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Marrocos empata no fim, vence a Holanda nos pênaltis e vai encarar o Canadá nas oitavas da Copa

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Brasil vira sobre o Japão nos acréscimos e avança às oitavas da Copa do Mundo

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Brasil encara o Japão em busca de vaga nas oitavas; rodada dos 16 avos terá ainda Alemanha, Holanda e Marrocos em campo

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes

STF mantém fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para magistrados

2 horas atrás
Saia da zona de conforto e da caixinha e veja o que acontece

Saia da zona de conforto e da caixinha e veja o que acontece

4 dias atrás
O candidato ‘Pastel’

O candidato ‘Pastel’

5 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br