Rio de Janeiro – Todo mundo sabe que Jair Bolsonaro é MITÔMANO compulsivo.
Ele nunca procurou tratamento porque não sabe o que é MITÔMANO.
Jair já foi flagrado na rampa do Palácio, com a mão no queixo, olhando para a estatua de JK e sussurrando baixinho: “Eu ficava bem ali”.
Ontem, ele chamou o Secretário Especial de Comunicação Fábio Wangarten e comunicou que faria uma homenagem aos 50 mil mortos na pandemia do Coronavirus.
– Boa ideia, Presidente! O que o senhor pretende fazer? Uma missa campal? Inaugurar um hospital para atendimento às vítimas da Covid-19? Ou prometer ajuda aos familiares das vítimas que ficaram sem seus ente queridos?
– Nada disso daí. Zero. Vou fazer uma live!
– Live, Presidente!!! No que isso ajudaria a amenizar a dor do povo brasileiro.
– Esse negócio de dor já é outra “cuestão”. No momento presente, eu estou mais preocupado é em melhorar minha imagem e a do meu governo que andam “meio embasadas”.
-Então, pra quê o vídeo?
– Quero passar uma imagem de sofrimento. Chama o Paulo Guedes, ele tem cara de quem já morreu. Chama o Teich, também. Quero todos eles do meu lado, no vídeo. Vai ficar show essa gravação. E chama também um sanfoneiro.
– Sanfoneiro, Presidente?
– Os sanfoneiros estão todos ocupados, tocando nas festas juninas.
– Chama o Fábio Santana.
– Quem é Fábio Santana?
– O presidente da Embratur. Ele tem uma sanfona e não está fazendo porra nenhuma mesmo!
– Presidente, esse negócio de o senhor ficar se exibindo em live, helicóptero, cavalo, jet-sky…enquanto o povo está morrendo, não fica bem para sua imagem.
– O que você acha que eu devo fazer, no tocante à minha imagem?
– O que o senhor acha de cuidar do país?





