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Home Notícias Brasil

STF começa julgamento sobre suspensão de ‘penduricalhos’ acima do teto

Supremo decide se mantém cortes em benefícios que elevam salários no serviço público

Por Redação
25 de março de 2026 - 08:04
em Brasil
STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes

Divulgação | STF

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O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quarta-feira (25) o julgamento que vai decidir se mantém a suspensão dos chamados “penduricalhos” — benefícios pagos a servidores públicos que, somados aos salários, ultrapassam o teto constitucional de R$ 46,3 mil.

O caso começou a ser analisado no mês passado, mas foi interrompido para aguardar o relatório de uma comissão criada pelo próprio STF para estudar possíveis regras de transição para essas verbas.

Agora, o plenário da Corte começa a votar se confirma as decisões individuais dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que determinaram a suspensão desses pagamentos.

Em fevereiro, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de benefícios que não estejam expressamente previstos em lei. A decisão alcança os Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — em todas as esferas, incluindo estados e municípios.

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O despacho também fixou prazo de 60 dias para que os órgãos revisem e suspendam pagamentos que desrespeitem o teto constitucional.

Na sequência, o ministro Gilmar Mendes ampliou a medida ao suspender o pagamento de penduricalhos a juízes e membros do Ministério Público.

Relatório aponta R$ 17 bilhões em pagamentos acima do teto

A comissão criada pelo STF para analisar o tema concluiu os trabalhos nesta semana. Segundo levantamento técnico, Judiciário e Ministério Público pagam cerca de R$ 17 bilhões em verbas que ultrapassam o teto constitucional.

O relatório aponta que parte desses valores é classificada como verba indenizatória — categoria que, em muitos casos, não entra no limite remuneratório e acaba sendo utilizada para elevar os ganhos além do permitido.

Como recomendação, o grupo sugeriu a adoção de critérios semelhantes aos da Receita Federal para definir quais pagamentos podem ser considerados indenizatórios, o que poderia reduzir distorções.

O que está em jogo

O julgamento pode ter impacto direto na estrutura salarial do funcionalismo público, especialmente nas carreiras jurídicas.

Se o STF confirmar as decisões, órgãos públicos deverão ajustar os pagamentos e cortar benefícios considerados irregulares. Por outro lado, uma eventual flexibilização pode abrir espaço para regras de transição e manutenção parcial dessas verbas.

A decisão do Supremo também deve influenciar o debate sobre transparência, controle de gastos públicos e cumprimento do teto salarial no país.

Tags: economiaJudiciárioMinistério Públicoservidores públicosSTFTeto Salarial
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