Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

STF começa julgamento sobre suspensão de ‘penduricalhos’ acima do teto

Supremo decide se mantém cortes em benefícios que elevam salários no serviço público

Por Redação
25 de março de 2026 - 08:04
em Brasil
STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes

Divulgação | STF

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia nesta quarta-feira (25) o julgamento que vai decidir se mantém a suspensão dos chamados “penduricalhos” — benefícios pagos a servidores públicos que, somados aos salários, ultrapassam o teto constitucional de R$ 46,3 mil.

O caso começou a ser analisado no mês passado, mas foi interrompido para aguardar o relatório de uma comissão criada pelo próprio STF para estudar possíveis regras de transição para essas verbas.

Agora, o plenário da Corte começa a votar se confirma as decisões individuais dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes, que determinaram a suspensão desses pagamentos.

Em fevereiro, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de benefícios que não estejam expressamente previstos em lei. A decisão alcança os Três Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — em todas as esferas, incluindo estados e municípios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O despacho também fixou prazo de 60 dias para que os órgãos revisem e suspendam pagamentos que desrespeitem o teto constitucional.

Na sequência, o ministro Gilmar Mendes ampliou a medida ao suspender o pagamento de penduricalhos a juízes e membros do Ministério Público.

Relatório aponta R$ 17 bilhões em pagamentos acima do teto

A comissão criada pelo STF para analisar o tema concluiu os trabalhos nesta semana. Segundo levantamento técnico, Judiciário e Ministério Público pagam cerca de R$ 17 bilhões em verbas que ultrapassam o teto constitucional.

O relatório aponta que parte desses valores é classificada como verba indenizatória — categoria que, em muitos casos, não entra no limite remuneratório e acaba sendo utilizada para elevar os ganhos além do permitido.

Como recomendação, o grupo sugeriu a adoção de critérios semelhantes aos da Receita Federal para definir quais pagamentos podem ser considerados indenizatórios, o que poderia reduzir distorções.

O que está em jogo

O julgamento pode ter impacto direto na estrutura salarial do funcionalismo público, especialmente nas carreiras jurídicas.

Se o STF confirmar as decisões, órgãos públicos deverão ajustar os pagamentos e cortar benefícios considerados irregulares. Por outro lado, uma eventual flexibilização pode abrir espaço para regras de transição e manutenção parcial dessas verbas.

A decisão do Supremo também deve influenciar o debate sobre transparência, controle de gastos públicos e cumprimento do teto salarial no país.

Tags: economiaJudiciárioMinistério Públicoservidores públicosSTFTeto Salarial
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Brasil

Eleitorado acima de 60 anos cresce 74% e ganha peso nas eleições

Por Redação
15 de abril de 2026 - 09:07
Relator de CPI pede indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral
Brasil

CPI do Crime Organizado rejeita relatório e encerra trabalhos sem conclusão

Por Redação
15 de abril de 2026 - 08:07

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Gilmar critica CPI e diz que não há base legal para indiciar ministros do STF

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Relator de CPI pede indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Governo reduz jornada e cria auxílio-creche para terceirizados federais

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Cármen Lúcia relata ataques machistas e diz ser pressionada a deixar o STF

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Eleições na Hungria derrubam Orbán e marcam virada política na Europa

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Queda do petróleo pode aliviar combustíveis e inflação no Brasil

7 dias atrás
Relator de CPI pede indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral

Relator de CPI pede indiciamento de ministros do STF e do procurador-geral

23 horas atrás
Vereador de Itabira pode perder mandato por infidelidade partidária

Vereador de Itabira pode perder mandato por infidelidade partidária

6 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br