Brasília – A ex-presidenta Dilma Rousseff foi reconduzida à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), do Brics, por mais cinco anos. A decisão foi confirmada pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, após aval da Rússia.
“Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos Brics vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países”, publicou Gleisi em suas redes sociais.
A continuidade de Dilma no comando do banco já havia sido sinalizada pelo presidente russo, Vladimir Putin, no fim de 2023. Segundo as regras do NDB, a presidência do banco segue um rodízio entre os países fundadores do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – para mandatos de cinco anos. Pelo critério, a próxima indicação caberia à Rússia.
<blockquote class=”twitter-tweet”><p lang=”pt” dir=”ltr”>Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua direção, o Banco dos BRICS vem cumprindo importante papel no desenvolvimento de nossos países.</p>— Gleisi Hoffmann (@gleisi) <a href=”https://twitter.com/gleisi/status/1903916661037736139?ref_src=twsrc%5Etfw”>March 23, 2025</a></blockquote> <script async src=”https://platform.twitter.com/widgets.js” charset=”utf-8″></script>
Entretanto, durante o encerramento da 16ª Cúpula do Brics, realizada em Kazan, Putin manifestou apoio à permanência de Dilma como forma de evitar “transferir todos os problemas [relacionados à guerra com a Ucrânia] para a Rússia”.
Dilma assumiu o comando do NDB em março de 2023, substituindo Marcos Troyjo, indicado pelo governo de Jair Bolsonaro. A troca ocorreu após a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil.






