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Home Notícias Economia

Receita Federal desmente boatos sobre Pix e reforça que não existe cobrança de imposto

Órgão afirma que mensagens alarmistas espalham desinformação e alimentam golpes financeiros

Por Redação
15 de janeiro de 2026 - 09:27
em Economia

Foto: Marcello Casal Jr | ABR. 

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A Receita Federal voltou a se manifestar publicamente para rebater informações falsas que circulam nas redes sociais sobre uma suposta fiscalização do Pix com finalidade de cobrança de impostos. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (14), o órgão esclareceu que não há qualquer tipo de tributação sobre transferências feitas pelo sistema nem monitoramento individual de movimentações financeiras com esse objetivo.

Segundo o Fisco, conteúdos que falam em “taxa do Pix” ou “imposto sobre transferências” não têm respaldo legal e induzem a população ao erro. O Pix é classificado apenas como um instrumento de pagamento, assim como dinheiro em espécie ou cartões, e não constitui fato gerador de tributos.

Norma é usada fora de contexto

As mensagens falsas costumam citar a Instrução Normativa nº 2.278, editada em agosto do ano passado, como se ela autorizasse o rastreamento de operações financeiras. A Receita explica que a interpretação é incorreta.

De acordo com o órgão, a norma apenas igualou as fintechs e instituições de pagamento às exigências já impostas aos bancos tradicionais desde 2015, dentro das políticas de prevenção à lavagem de dinheiro e à ocultação de bens. As informações compartilhadas com o Fisco não incluem valores individualizados, nem permitem identificar a origem ou a finalidade dos gastos dos usuários.

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Conteúdo político impulsiona boatos

A desinformação voltou a ganhar força após o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgar novos vídeos sugerindo que o governo estaria retomando o controle sobre o Pix. Duas semanas atrás, a Receita já havia publicado outro alerta oficial para rebater narrativas semelhantes.

Para o órgão, esse tipo de conteúdo busca provocar medo, minar a confiança da população em um dos meios de pagamento mais utilizados no país e estimular engajamento a partir de informações falsas. A Receita afirma ainda que esse ambiente favorece tanto a atuação do crime organizado quanto esquemas de monetização baseados em desinformação.

Combate à lavagem de dinheiro

A Receita reforça que o objetivo das regras de transparência é impedir o uso de plataformas digitais por organizações criminosas, algo já identificado em investigações policiais recentes. Não existe, segundo o Fisco, qualquer mecanismo de vigilância sobre gastos pessoais, hábitos de consumo ou transferências entre pessoas físicas.

Imposto de Renda não tem relação com Pix

No mesmo comunicado, o órgão esclareceu informações corretas que vêm sendo distorcidas nas redes. Desde janeiro, pessoas com renda mensal de até R$ 5 mil estão totalmente isentas do Imposto de Renda. Para quem recebe até R$ 7.350, há redução progressiva do valor devido.

A Receita destaca que essas mudanças não têm ligação com Pix, fiscalização de transações ou criação de novos tributos.

Atenção a golpes

O Fisco alerta que a disseminação de boatos sobre impostos e Pix abre espaço para golpes. Criminosos utilizam mensagens falsas para tentar convencer vítimas a realizar pagamentos indevidos, fornecer dados pessoais ou clicar em links maliciosos.

A orientação é clara: desconfiar de mensagens alarmistas, evitar o compartilhamento de conteúdos sem fonte confiável e buscar informações apenas em canais oficiais do governo ou em veículos de imprensa profissional. Qualquer pedido de pagamento ou “regularização” relacionado ao Pix deve ser tratado como tentativa de fraude.

Tags: desinformaçãofake newsfintechsgolpes digitaisimpostosPixReceita Federal
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