Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Lula veta trechos da segunda lei da reforma tributária e mantém taxação sobre SAFs

Cortes atingem venda de jogadores, programas de fidelidade, ITBI e benefícios fiscais específicos

Por Redação
14 de janeiro de 2026 - 08:18
em Economia

Pexels / Daniel Dan  -  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (13) a segunda lei de regulamentação da reforma tributária, mas vetou dez dispositivos do texto aprovado pelo Congresso Nacional. As justificativas oficiais foram publicadas nesta quarta-feira (14) no Diário Oficial da União, conforme informou o Ministério da Fazenda.

Os vetos atingem pontos sensíveis da proposta, como a tributação das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), regras para programas de fidelidade, normas municipais sobre a transferência de imóveis e benefícios fiscais específicos previstos no Projeto de Lei Complementar (PLP) 108.

SAFs e venda de jogadores

Um dos principais vetos envolve diretamente as SAFs. O texto aprovado pelos parlamentares previa que os valores obtidos com a venda de jogadores ficariam fora da base de cálculo dos novos tributos criados pela reforma. Com a decisão presidencial, essas receitas voltam a ser tributadas.

Lula também vetou a proposta que reduzia a carga tributária total das SAFs de 6% para 5%. Assim, a alíquota permanece em 6%, distribuída da seguinte forma:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • 4% de tributos não alterados pela reforma;
  • 1% de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal;
  • 1% de Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributo estadual e municipal.

Segundo a equipe econômica, a redução contrariaria a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que proíbe a criação de novos benefícios tributários sem a devida compensação.

Programas de fidelidade

Outro veto relevante recaiu sobre os programas de fidelidade. O Congresso havia incluído dispositivos que permitiam a tributação de pontos não onerosos, como milhas concedidas por cadastro, promoções ou compensações por atraso de voo.

A pedido do Ministério da Fazenda, Lula barrou a medida. Com isso, esses pontos continuam fora da base de cálculo do IBS e da CBS.

Cashback e gás canalizado

Também foi vetada a ampliação do cashback tributário para o gás canalizado. O Congresso havia incluído a devolução de tributos em operações de tributação monofásica, nas quais a cobrança ocorre em apenas um elo da cadeia produtiva.

A equipe econômica avaliou que a exceção criaria incompatibilidade com o modelo geral do sistema tributário definido pela reforma.

Regulamentado na primeira lei complementar da reforma, sancionada em janeiro de 2025, o cashback prevê:

  • 100% de devolução da CBS;
  • pelo menos 20% de devolução do IBS,

para a população de baixa renda sobre:

  • água;
  • botijão de gás;
  • contas de telefone e internet;
  • energia elétrica;
  • esgoto.

Para os demais produtos e serviços, o ressarcimento será de 20% da CBS e do IBS, cabendo a estados e municípios decidir se ampliarão esse percentual no caso do IBS.

Alimentos líquidos e ITBI

O presidente também vetou a inclusão genérica de “alimentos líquidos naturais” na lista de produtos com redução de 60% das alíquotas. Segundo a Fazenda, a redação era ampla e poderia gerar distorções concorrenciais, especialmente entre leites e sucos. O trecho havia sido incluído para beneficiar itens como leites vegetais.

Outro ponto barrado trata do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), de competência municipal. O projeto previa a possibilidade de antecipar o pagamento do imposto para o momento da formalização do título de transferência. O veto atendeu a um pedido da Frente Nacional de Prefeitos, que alertou para dificuldades de adaptação, já que cada município possui regras próprias de arrecadação.

Zona Franca e conceito de simulação

Lula também retirou do texto a atribuição exclusiva da Superintendência da Zona Franca de Manaus para regulamentar procedimentos de verificação e fiscalização, ampliando o alcance da norma.

Além disso, foi vetada a definição legal de “simulação” como fraude fiscal. De acordo com a Fazenda, o conceito proposto divergia de entendimentos consolidados no Judiciário e poderia gerar insegurança jurídica.

Com a sanção e os vetos, a segunda etapa da regulamentação da reforma tributária entra em vigor. O Congresso Nacional ainda poderá analisar a manutenção ou derrubada dos vetos presidenciais.

Tags: CBSIBSITBILulaprogramas de fidelidadereforma tributáriaSAFsvetos presidenciais
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE
Economia

Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

Por Redação
10 de junho de 2026 - 11:01
Economia

Mercado eleva previsão da inflação e guerra no Oriente Médio preocupa economia brasileira

Por Redação
8 de junho de 2026 - 10:07

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

    Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro em nova pesquisa para 2026

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Ministério da Saúde suspende temporariamente vacina da dengue do Butantan após registros de reações graves

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Mostra de cinema destaca skate e cultura urbana em Belo Horizonte

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

15 horas atrás
STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes

Funcionários terceirizados da comunicação do STF aprovam greve por atraso de salários

14 horas atrás
CNJ afasta desembargador do TJMG após absolvição em caso de estupro de vulnerável

CNJ abre processo disciplinar contra desembargador do TJMG

2 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br