Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Saúde

Fiocruz pesquisa formas de transmissão do Zika

Por Redação
30 de janeiro de 2016 - 12:39
em Saúde
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mosquito Aedes aegypty com a bacteria Wolbachia começaram a ser testados em 2014 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Pesquisadores da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) estudam se a bactéria Wolbachia, usada no Aedes aegypti para evitar a transmissão da dengue, impede também a propagação do vírus Zika. De acordo com o pesquisador Luciano Moreira, que coordena o projeto Eliminar a Dengue: Desafio Brasil, estudos internacionais tiveram resultados positivos.

“Tem já trabalhos publicados na literatura científica. [A bactéria] também reduz a transmissão do vírus da febre amarela, do vírus Chikungunya. Não está publicado ainda, mas recentemente colaboradores do programa internacional realizaram experimento e foi mostrado que o mosquito com Wolbachia também tem efeito sobre o vírus Zika”, disse o pesquisador.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde 2014, os pesquisadores usam os chamados mosquitos do bem como um meio natural de controle da dengue. São insetos criados em laboratório, que não têm a capacidade de transmitir a doença. O pesquisador Luciano Moreira esclarece que não se trata de modificação genética, mas de uma bactéria que é naturalmente encontrada em mosquitos e em até 60% dos insetos do mundo inteiro. “Foi descoberto que, quando colocada no Aedes aegypti, ela bloqueia e reduz muito a transmissão do vírus da dengue”, explica.

Atualmente o projeto é testado em Tubiacanga, na Ilha do Governador, zona norte da capital fluminense e em Jurujuba, Niterói. Moreira afirma que pode demorar anos para que a tecnologia seja usada em grande escala.

“Ainda é um projeto de pesquisa, a gente passou por todas as fases de aprovação regulatória governamental, hoje a gente está no campo em pequena escala. Isso dando certo, um próximo passo seria a expansão do projeto. A gente já está em conversa com o ministério [da Saúde], há interesse, mas isso tem que ser muito planejado e pode levar alguns anos para ter resultado numa área maior”, disse o pesquisador.

Pernilongo

O departamento de entomologia da Fiocruz também investiga se o mosquito Culex, conhecido popularmente como pernilongo ou muriçoca também pode transmitir o vírus Zika. A coordenadora da pesquisa, Constância Ayres, diz que até agora não há comprovação da tese, motivada pela rapidez com que ocorreu a propagação do Zika.

“A primeira coisa que me chamou a atenção foi a rapidez na transmissão. Na maioria dos países em que o Zika vírus foi introduzido, ele gerou um número de casos muito grande em um espaço de tempo muito curto. Então isso já mostra um padrão um pouco diferente das outras viroses que o Aedes transmite, por exemplo a dengue. Então isso foi uma das coisas que me levou a investigar a possibilidade de outros mosquitos estarem envolvidos”, disse Constância.

De acordo com a pesquisadora, saber qual é o agente transmissor é fundamental, pois os hábitos do pernilongo e do Aedes são bem distintos. “Infelizmente, os mosquitos são completamente diferentes. Essas duas espécies têm hábitos completamente diferentes, enquanto o Aedes se alimenta durante o dia, o Culex quinquefasciatus se alimenta preferencialmente à noite, quando a gente está dormindo. Os criadouros também são diferentes. O Culex tem preferencialmente criadouros que contém água extremamente poluída, como esgotos, fossas, canaletas, água rica em matéria orgânica. Já o Aedes aegypti prefere colocar seus ovos em água parada, em água limpa”.

Ela ressalta, no entanto, que ainda é cedo para mudanças de estratégia e que as ações devem continuar voltadas para o controle do Aedes aegypti, comprovadamente vetor das duas doenças. “A priori é o Aedes aegypti. Então as ações estão voltadas para o controle do Aedes".

De acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 3 milhões e 4 milhões de pessoas do continente Americano devem ser contaminadas com o vírus Zika em 2016.

Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

OMS coloca presunto e carnes processadas na lista de alimentos com risco de câncer
Saúde

OMS coloca presunto e carnes processadas na lista de alimentos com risco de câncer

Por Redação
17 de janeiro de 2026 - 12:46
Anvisa aprova PrEP injetável contra HIV com dose semestral e alta eficácia
Saúde

Anvisa aprova PrEP injetável contra HIV com dose semestral e alta eficácia

Por Redação
13 de janeiro de 2026 - 10:26 - Última atualização: 14 de janeiro de 2026 - 10:22

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Antigo Egito: faraós, pirâmides e os mistérios de uma civilização milenar

    Antigo Egito: faraós, pirâmides e os mistérios de uma civilização milenar

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Rio Amazonas: o maior rio do Brasil e a vida que nasce e flui com ele

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Guaidó: oposição não planeja mais negociações com Maduro na Noruega

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Acordo Mercosul-UE é assinado com defesa do multilateralismo e do livre comércio

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Como vivem as formigas e por que elas são tão importantes para a natureza

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Resultados do Enem 2025 serão divulgados nesta sexta-feira

2 dias atrás
Antigo Egito: faraós, pirâmides e os mistérios de uma civilização milenar

Antigo Egito: faraós, pirâmides e os mistérios de uma civilização milenar

14 horas atrás

Trump anuncia tarifa de 25% a países que mantiverem negócios com o Irã

5 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2025 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2025 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br