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Home Colunas

Ex-juiz tiririca do brejo

Por Lenin Novaes
2 de setembro de 2020 - 15:01
em Colunas

O governador Wilson Witzel está afastado do cargo e a ALERJ vai decidir o iimpeachment dele daqui a duas semanas. Ele é defensor de abate de crimonosos por atirador de elite. (Divulgação)

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– Athaliba, a Deolinda, mulher do Luarlindo, contou que ele, aos gritos de contentamento, comemorou o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governador do Rio de Janeiro, suspeito de corrupção. Ela disse que ele repetia ser o “ex-juiz tirirca do brejo”, desde a campanha eleitoral de 2018. O casal chegou a ficar em abstinência sexual por longo período, só retomando abraços e beijos e, claro, a modalidade “papai e mamãe”, no início do ano, antes da eclosão do COVID-19 no planeta. Deolinda tinha declarado voto no ex-juiz, contrariando a indicação de Luarlindo, que acionou o voto na urna eletrônica ao então candidato Eduardo Paes, cobrindo o nariz.

– Marineth, o atrito político eleitoral entre Deolinda e Luarlindo não foi privilégio do casal. A eleição presidencial também provocou choques em inúmeras famílias, no conflito pela escolha entre Jair Messias Bolsonaro e Fernando Haddad. Pelas redes sociais, ainda nos dias de hoje, aparecem rescaldos das brigas geradas pelas escolhas daqueles dois candidatos.

– Athaliba, o que significa “tiririca do brejo”? Deve ser uma praga infecciosa, né?

– Marineth, tiririca é uma planta que contamina jardins, gramados e a agricultura em geral. A planta é considerada “erva daninha” e, geralmente, se combate com herbicida de baixo poder residual. Devo contar que, certa vez, ao pedir agrotóxico numa floricultura para eliminar tiririca lá no gramado de casa, uma freguesa que ouviu meu pedido ao vendedor me recriminou. Defensora sectária do meio ambiente, disse-me ela: “Ocê tá louco em aplicar veneno no gramado. A tiririca deve ser extirpada com as mãos. Ou então cubra o solo com forração densa e fechada. Garanta, assim, a fertilidade da terra, sem agredi-la com agrotóxico”.

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– Phorra, Athaliba, que puxão de orelha ocê levou heim! Toma na tarraqueta distraído!

– Marineth, a vida ensina e, às vezes, aprendemos na porrada. No caso dos governadores eleitos nos últimos tempos no Rio de Janeiro, nós, eleitores, temos levado porrada na cara a cada eleição. Entre os 10 últimos governadores, seis deles foram acusados de corrupção. Primeiro, o Moreira Franco, sogro do atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que provou da cadeia. Ouro cadeieiro contumaz é Anthony Garotinho, que esperneou ao ser preso e chegou a fazer greve de fome na prisão. A mulher dele, Rosinha, também viu o sol nascer quadrado na cadeia. Pezão foi parar na prisão antes de concluir o mandato. Sérgio Cabral Filho cumpre mais de 200 anos de prisão. E o ex-juiz Witzel pode ter o impeachment sacramentado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) daqui a duas semanas. A cadeia o espera.

– Athaliba, a população do Rio de Janeiro virou saco de pancada, com a institucionalização do caos na saúde, educação, habitação e cultura, provocado pela ininterrupta corrupção. Bairros e comunidades são dominados por milícias, integradas até por PMs e ex-PMs, e narcotraficantes numa acirrada disputa a bala de diversos tipos de armas por território. Os excluídos por esse sistema vigente, Infelizmente, são os mais atingidos, pagando com a própria vida as barbaridades praticadas por políticos picaretas. Sobreviver no Rio de Janeiro tem sido uma grande aventura.

– Marineth, a população se sente sufocada. É incontável o número de famílias destroçadas por parentes vítimas fatais de ações de criminosos. O Rio sobrevive às duras penas em regime de recuperação fiscal, cada vez mais no fundo do poço da crise financeira e econômica.  E, nesse contexto, o governador afastado se recusou a deixar a residência oficial, o Palácio Laranjeiras, de onde faz  sua defesa, que se mostra indefensável na medida em que surgem novas evidências da participação dele no esquema de alta corrupção na área da saúde.

– Pois é, Athaliba. O ex-secretário de Saúde, o tenente-coronel da PM Edmar Santos, jogou toda merda no ventilador, em delação premiada e homologada pela justiça. Espalha brasa geral.

– Marineth, nas crônicas – https://www.ofolhademinas.com.br/materia/33341/coluna/rio-submerso-na-corrupcao e https://www.ofolhademinas.com.br/materia/32916/coluna/desordem-na-ordem-politica – trouxe à opinião dos leitores detalhes trágicos da situação desastrosa do Rio de Janeiro. Confira clicando nos respectivos links.

– Athaliba, saiba que o Luarlindo é leitor assíduo das crônicas e conversa com a Deolinda sobre as falcatruas do governador WW, que ele chama de “ex-juiz tiririca do brejo”. A Deolinda relevou que optou por votar no candidato crendo que ele, por ter sido magistrado, iria salvar o Rio de Janeiro da iminente destruição.

– Marineth, a história do país tá cheia de falsos salvadores da pátria. Somente o poder popular, efetivamente, pode nos dá outras perspectivas de vida. Quem viver verá!!!

Lenin Novaes

Lenin Novaes

Crônicas do Athaliba LENIN NOVAES jornalista e produtor cultural. É co-autor do livro Cantando para não enlouquecer, biografia da cantora Elza Soares, com José Louzeiro. Criou e promoveu o Concurso Nacional de Poesia para jornalistas, em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. É um dos coordenadores do Festival de Choro do Rio, realizado pelo Museu da Imagem e do Som - MIS

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