Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso

Sentença aponta esquema envolvendo rifas virtuais irregulares, fraude em sorteios, ocultação de patrimônio e divulgação de comprovante falso de doação

Por Redação
24 de junho de 2026 - 15:33
em Brasil
Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso

Reprodução

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O influenciador digital e humorista Dilson Alves da Silva Neto, conhecido nacionalmente como Nego Di, foi condenado pela Justiça do Rio Grande do Sul a 14 anos e 6 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso. A decisão também impôs ao ex-participante do Big Brother Brasil uma pena adicional de 1 ano e 15 dias de prisão simples pela promoção de loteria ilegal.

A sentença, proferida pelo juiz Ricardo Petry Andrade, concluiu que o influenciador participou de um esquema estruturado de rifas virtuais ilegais que teria movimentado milhões de reais e causado prejuízos a milhares de pessoas. A esposa de Nego Di, Gabriela Vicente de Sousa, também foi condenada a 8 anos e 4 meses de prisão em regime fechado por lavagem de dinheiro.

Segundo a decisão judicial, o esquema utilizava sorteios divulgados nas redes sociais para atrair participantes mediante a compra de bilhetes eletrônicos. As investigações apontaram que diversas promoções apresentavam irregularidades e que alguns dos prêmios anunciados não tinham intenção real de serem entregues aos vencedores.

Rifas ilegais e suposta fraude em sorteios

De acordo com o Ministério Público, Nego Di promoveu pelo menos 34 rifas eletrônicas sem autorização legal entre novembro de 2022 e maio de 2024. Os sorteios ofereciam veículos de luxo, valores em dinheiro e outros bens de alto valor como prêmio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos casos analisados pela Justiça envolveu a divulgação de uma rifa que prometia sortear um Porsche Macan avaliado em cerca de R$ 500 mil. A sentença concluiu que houve indução dos participantes ao erro e apontou que a suposta entrega do prêmio teria sido simulada para conferir aparência de legitimidade ao sorteio.

Conforme os autos, o esquema teria atingido pelo menos 9.683 participantes, gerando prejuízo estimado em R$ 185,3 mil às vítimas identificadas na investigação.

Lavagem de dinheiro movimentou milhões

A maior pena aplicada ao influenciador está relacionada ao crime de lavagem de dinheiro. Segundo a Justiça, os recursos obtidos por meio das rifas eram transferidos entre contas bancárias ligadas ao casal, empresas e terceiros com o objetivo de dificultar o rastreamento da origem dos valores.

A decisão destaca que a movimentação financeira ultrapassou R$ 2,4 milhões e que Gabriela teve papel relevante na estrutura utilizada para ocultar os recursos. O magistrado classificou a operação como sofisticada e estruturada para conferir aparência de legalidade ao patrimônio adquirido.

Comprovante falso de doação agravou situação

Outro ponto considerado pela Justiça foi a divulgação de um comprovante bancário adulterado durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024.

Segundo a sentença, Nego Di realizou uma transferência de apenas R$ 100 via PIX e posteriormente alterou digitalmente o comprovante para indicar uma suposta doação de R$ 1 milhão. O documento foi publicado nas redes sociais como se fosse autêntico, levando milhares de seguidores a acreditar que o valor havia sido efetivamente destinado às vítimas da tragédia.

Para o magistrado, houve intenção deliberada de enganar o público e obter reconhecimento social mediante a divulgação de informação falsa. A conduta resultou na condenação por uso de documento falso.

Histórico de processos

A nova condenação se soma a outros problemas judiciais enfrentados pelo influenciador. Em junho de 2025, Nego Di e seu ex-sócio Anderson Boneti já haviam sido condenados a 11 anos e 8 meses de prisão por estelionato relacionado à operação da loja virtual “Tá Di Zueira”. A investigação apontou que consumidores adquiriam produtos anunciados a preços abaixo do mercado e não recebiam as mercadorias.

Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público, o caso da loja virtual teria causado prejuízo milionário e atingido centenas de consumidores. O influenciador chegou a ser preso preventivamente em 2024 e posteriormente obteve liberdade provisória mediante cumprimento de medidas cautelares.

Tags: BrasilCrime DigitalestelionatoinfluenciadoresJustiçalavagem de dinheiroNego DipolíciaRio Grande do SulTribunal de Justiça
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

STM rejeita recurso de Bolsonaro e mantém relator em processo que pode resultar na perda de patente militar
Brasil

STM rejeita recurso de Bolsonaro e mantém relator em processo que pode resultar na perda de patente militar

Por Redação
24 de junho de 2026 - 15:18
Brasil

Justiça dos EUA aceita atuação da AGU em ação movida contra Alexandre de Moraes

Por Redação
23 de junho de 2026 - 15:48

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Pix por aproximação ganha consulta de saldo e limite antes do pagamento

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Cristiano Ronaldo faz história mais uma vez e lidera goleada de Portugal sobre o Uzbequistão na Copa do Mundo

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Justiça dos EUA aceita atuação da AGU em ação movida contra Alexandre de Moraes

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Neymar fica mais perto da estreia e Brasil encerra preparação para duelo decisivo contra a Escócia

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Justiça condena Nego Di a mais de 14 anos de prisão por estelionato, lavagem de dinheiro e uso de documento falso

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Monte Verde passará a cobrar taxa ambiental de turistas a partir de julho; veja como funciona

Monte Verde passará a cobrar taxa ambiental de turistas a partir de julho; veja como funciona

2 dias atrás
CNJ aplicou aposentadoria compulsória a 126 magistrados em duas décadas

CNJ adia decisão sobre punições a juízes após STF extinguir aposentadoria compulsória como pena máxima

1 dia atrás

Segunda rodada da Copa do Mundo começa nesta quinta com disputas que podem encaminhar classificações

6 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br