Pesquisadores, magistrados, integrantes do Sistema de Justiça e profissionais que atuam na área da infância e juventude já podem submeter artigos para o segundo volume do livro técnico Travessias da Infância e Juventude. A seleção foi aberta pela Coordenadoria da Infância e da Juventude (Coinj) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), por meio do Edital nº 1/2026.
A proposta da obra é reunir textos inéditos que discutam avanços, desafios e experiências relacionadas à proteção integral de crianças e adolescentes, com ênfase nas políticas públicas e na atuação do Sistema de Justiça. Cada autor poderá encaminhar apenas um artigo, obrigatoriamente em língua portuguesa.
Critérios e prazo
Os textos serão avaliados com base na relevância acadêmica, no rigor metodológico e na pertinência temática. O prazo para envio termina em 31 de março de 2026. As submissões devem ser encaminhadas para o e-mail coinj@tjmg.jus.br, com o assunto indicado no edital.
O lançamento do volume 2 está previsto para junho deste ano.
Continuidade após repercussão da 1ª edição
A primeira edição do livro foi publicada em junho de 2025, quando a Coinj completou 15 anos de atuação. Segundo a superintendente da coordenadoria, desembargadora Alice de Souza Birchal, a boa repercussão da obra motivou a continuidade do projeto.
“Resolvemos lançar um novo livro por conta da expressiva repercussão positiva que tivemos com a 1ª edição. O lançamento da nova obra se trata da continuidade de um projeto acadêmico voltado à interlocução e ao fortalecimento das políticas públicas da infância e da juventude. O volume 1 trouxe ampla visibilidade a temas relevantes da área e contribuiu, inclusive, para a disseminação de conhecimento qualificado entre os nomeados recentemente pelo TJMG e evidenciou a importância do projeto”, afirmou.
A coordenação editorial envolve o presidente do TJMG, desembargador Luiz Carlos Corrêa Junior, além do juiz José Honório de Rezende, que atua na Vara Especializada em Crimes Contra a Criança e o Adolescente em Belo Horizonte.
A expectativa é que o novo volume amplie o debate técnico sobre a garantia de direitos e reúna experiências práticas que possam servir de referência para políticas públicas e decisões judiciais.






