Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Taxação de super-ricos reduziria desigualdade e garantiria isenção para 14,5% dos brasileiros, aponta estudo da Fazenda

Proposta de imposto mínimo para altas rendas tornaria sistema mais justo e viável financeiramente, diz governo

Por Redação
13 de junho de 2025 - 17:05
em Economia

Marcello Casal Jr / ABR - 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Brasília – Um estudo divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Ministério da Fazenda reforça a tese de que a criação de um imposto mínimo para os super-ricos pode garantir mais justiça fiscal e viabilizar a isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para 14,5% da população com menor renda.

A proposta, incluída no Projeto de Lei nº 1.087/2025, prevê a isenção total do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais e descontos graduais para rendas entre R$ 5 mil e R$ 7 mil. Para financiar a medida, o governo propõe a criação de uma alíquota mínima de IR para os 0,2% mais ricos do país — contribuintes com rendimentos acima de R$ 50 mil por mês, ou R$ 600 mil anuais.

Segundo o estudo Impactos da reforma do IRPF sobre a renda das pessoas físicas, o novo modelo tornaria o sistema tributário mais progressivo e contribuiria efetivamente para a redução da desigualdade de renda no Brasil.

“A implementação isolada da desoneração, sem a compensação via imposto mínimo sobre os super-ricos, além de gerar impacto fiscal negativo, não mitiga as distorções de progressividade na tributação direta no Brasil e pode até ampliar a desigualdade de renda”, afirma o documento técnico.

Três cenários simulados

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estudo analisou três cenários possíveis com base em dados de 2022, cruzando declarações do IRPF com informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual (PNADC-A):

  • Cenário 1 (atual): mostra que a baixa tributação efetiva das camadas mais ricas — especialmente o topo da pirâmide, que hoje paga proporcionalmente menos imposto do que parte da classe média — contribui para manter a desigualdade e viola princípios de justiça fiscal.

  • Cenário 2 (isenção sem contrapartida): simula a ampliação da faixa de isenção e descontos para rendas mais baixas, mas sem a cobrança do imposto mínimo sobre os super-ricos. O resultado seria uma leve melhora para os mais pobres, mas com aumento da desigualdade geral e risco à sustentabilidade fiscal.

  • Cenário 3 (isenção + imposto mínimo): considera a implementação das duas medidas combinadas. Nesse modelo, haveria redução efetiva da desigualdade e correção das distorções no topo da distribuição de renda — tudo isso sem comprometer a arrecadação.

Redução do Índice de Gini

De acordo com o levantamento, a proposta integral (isenção + imposto mínimo) resultaria na diminuição do Índice de Gini — indicador usado para medir a desigualdade de renda — de 0,6185 para 0,6178. Já a aplicação da isenção sem taxação dos super-ricos elevaria o índice para 0,6192.

“O cenário que contempla apenas a desoneração para as rendas mais baixas, sem a contrapartida do imposto mínimo, representa uma ameaça à sustentabilidade fiscal e gera piora da desigualdade”, alerta o estudo.

A alíquota proposta para os super-ricos começa a ser aplicada a partir de R$ 50 mil mensais e cresce progressivamente até atingir 10% para rendimentos mensais superiores a R$ 1,2 milhão.

O Ministério da Fazenda afirma que a reforma é “essencial para promover um sistema tributário mais justo e equitativo” e garantir que contribuintes de renda muito elevada não continuem pagando, proporcionalmente, menos do que brasileiros de classe média.

Tags: desigualdadeImposto de RendaÍndice de GiniIRPFisençãojustiça fiscalMinistério da FazendaPL 1087/25reforma tributáriasuper-ricos
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Economia

Gasolina e alimentos puxam alta, e prévia da inflação sobe a 0,89% em abril

Por Redação
28 de abril de 2026 - 11:30
Economia

Inflação para 2026 sobe pela sétima semana e pressiona cenário econômico

Por Redação
27 de abril de 2026 - 11:15

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Polícia mira núcleo financeiro do Comando Vermelho e tem rapper Oruam entre alvos

    Polícia mira núcleo financeiro do Comando Vermelho e tem rapper Oruam entre alvos

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Jorge Messias inicia sabatina no Senado para vaga no STF

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Inscrições para vagas remanescentes do Fies 2026 terminam nesta quarta

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Cruzeiro vence o Boca no Mineirão e assume liderança na Libertadores

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 130 milhões nesta noite

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Jorge Messias inicia sabatina no Senado para vaga no STF

Jorge Messias inicia sabatina no Senado para vaga no STF

2 dias atrás
PROCURA-SE: ALGUÉM BONITO, INTELIGENTE, COMPREENSIVO E … DISPONÍVEL.

PROCURA-SE: ALGUÉM BONITO, INTELIGENTE, COMPREENSIVO E … DISPONÍVEL.

7 dias atrás
Atlético-MG perde no Peru, amplia crise e se complica na Sul-Americana

Atlético-MG perde no Peru, amplia crise e se complica na Sul-Americana

17 horas atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br