Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

Resultado das eleições no Brasil começou a ser questionado por Aécio Neves

Derrotado nas eleições presidenciais de 2014, Aécio articulou o processo de impeachment de Dilma Roussef

Por Redação
19 de fevereiro de 2025 - 12:52
em Brasil

Fábio Rodrigues Pozzebom / ABR - 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Brasília – As tentativas de descredibilizar as urnas eletrônicas e questionar os resultados eleitorais no Brasil tiveram início ainda em 2014 nas eleições presidenciais, quando o então candidato Aécio Neves (PSDB-MG) contestou a vitória da presidente Dilma Rousseff (PT). Na ocasião, o PSDB solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma auditoria para verificar a “lisura” do pleito, propondo a formação de uma comissão com representantes do tribunal e dos partidos para examinar o sistema de apuração dos votos. O advogado da campanha do PSDB, Flávio Henrique Pereira, afirmou que o objetivo era “restabelecer” a credibilidade da apuração dos votos.

Após a derrota, Aécio Neves, juntamente com o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), e o vice-presidente da República Michel Temer (MDB), articulou o processo de impeachment que resultou na destituição de Dilma Rousseff em 2016. Esse evento foi interpretado por muitos como um “golpe parlamentar”, afetando a confiança no processo democrático brasileiro. 

Com o desgaste político de Aécio Neves, especialmente após denúncias de corrupção, incluindo a acusação de planejar o assassinato de seu primo Frederico Pacheco de Medeiros, envolvido em um esquema de propina com a JBS, o cenário abriu espaço para novas lideranças. Nesse contexto, Jair Bolsonaro emergiu como figura proeminente, e seguindo os passos de Aécio, intensificou as críticas ao sistema eleitoral mesmo antes das eleições de 2018. Durante sua campanha, Bolsonaro afirmou repetidamente que só aceitaria o resultado das urnas caso fosse o vencedor, insinuando possíveis fraudes no processo.

Após sua eleição, Bolsonaro continuou a questionar a confiabilidade das urnas eletrônicas e a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF). Essas ações foram vistas como parte de uma estratégia para desestabilizar as instituições democráticas e potencialmente prolongar sua permanência no poder. Em diversas ocasiões, o presidente declarou que só reconheceria resultados eleitorais que considerasse “justos e transparentes”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas eleições de 2022, após o segundo turno, Bolsonaro pressionou seu partido, o PL, a contestar os resultados e solicitar a anulação de votos de mais de 250 mil urnas, especialmente no Nordeste, alegando irregularidades. Curiosamente, apenas o segundo turno foi questionado, visto que o partido obteve sucesso significativo no primeiro turno, elegendo a maior bancada e vários governadores e senadores. 

No dia 12 de dezembro de 2022, dia da diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Brasília enfrentou uma série de tumultos: um grupo de manifestantes chegou a invadir a garagem do prédio da Polícia Federal, entrou em conflito e lançou pedras e pedaços de madeira em direção a soldados da Polícia Militar, além de destruírem carros e ônibus. No dia 24 do mesmo mês foi registrada uma nova tentativa de ataque, dessa vez com explosivos. O bolsonarista Alan Diego dos Santos Rodrigues, tentou detonar um caminhão com mais de 60 mil litros de querosene no aeroporto da capital. Essas ações ocorreram com a conivência de Bolsonaro e de seus aliados.

A recusa de Bolsonaro em aceitar a derrota levou ao incentivo de manifestações em frente a quartéis militares, bloqueios de estradas por caminhoneiros e outras ações que culminaram nos eventos de 8 de janeiro de 2023.

Em 18 de fevereiro de 2025, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Jair Bolsonaro e mais 33 indivíduos por tentativa de golpe de Estado e conspiração para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. A denúncia, apresentada ao Supremo Tribunal Federal, acusa o ex-presidente de liderar uma organização criminosa com o objetivo de subverter a ordem democrática. Bolsonaro e os demais acusados têm agora 15 dias para apresentar suas defesas. Caso a denúncia seja aceita, o processo avançará para a fase de investigações aprofundadas, depoimentos e, eventualmente, julgamento. Se condenado por todas as acusações, Bolsonaro poderá enfrentar até 30 anos de prisão. 

A denúncia será julgada pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados se tornarão réus e responderão a uma ação penal no Supremo. A data do julgamento ainda não foi definida, mas, considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda no primeiro semestre de 2025. 

Aliados de Bolsonaro afirmam que utilizarão o processo para sustentar uma narrativa de perseguição política, enquanto, na esfera jurídica, pretendem contestar a delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Ministros do STF ouvidos pela imprensa indicam que o julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado deve ocorrer ainda em 2025, visando evitar impactos nas eleições de 2026. 

Esse conjunto de eventos ressalta a crescente polarização política no Brasil e levanta questões sobre a estabilidade das instituições democráticas do país.
 

Tags: Alexandre de Moraesdemocraciaeleições 2022golpe de EstadoJair BolsonaroLulaPGRPolarização políticaSTFTentativa de assassinato
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Monique passa mal ao ver fotos de Henry durante julgamento e deixa plenário no Rio
Brasil

Monique passa mal ao ver fotos de Henry durante julgamento e deixa plenário no Rio

Por Redação
29 de maio de 2026 - 18:28
Comissão conclui que JK foi morto pela ditadura e pede revisão da história oficial
Brasil

Comissão conclui que JK foi morto pela ditadura e pede revisão da história oficial

Por Redação
29 de maio de 2026 - 17:33

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Operação mira fintechs usadas pelo PCC para lavar dinheiro no setor de combustíveis

    Receita liga fake news do Pix à expansão de esquema bilionário do PCC em fintechs

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Alvo da PF por fraude bilionária no INSS recebeu auxílio emergencial e mora em mansão em Alphaville

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Monique passa mal ao ver fotos de Henry durante julgamento e deixa plenário no Rio

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Cruzeiro terá duelo brasileiro contra o Flamengo nas oitavas da Libertadores

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Lista de espera do Fies termina nesta sexta-feira; candidatos devem ficar atentos

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Julgamento do caso Henry Borel é adiado após manobra da defesa

Julgamento de Dr. Jairinho e Monique recomeça após defesa abandonar plenário

5 dias atrás
Informação x Ideias

Informação x Ideias

22 horas atrás
Psiquiatra diz em júri que Dr. Jairinho demonstrava “prazer em provocar dor” em crianças

Psiquiatra diz em júri que Dr. Jairinho demonstrava “prazer em provocar dor” em crianças

3 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br