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Home Notícias Brasil

Por unanimidade, CCJ do Senado rejeita PEC da Blindagem

Proposta, apelidada de “PEC da Bandidagem”, previa autorização prévia do Congresso para processar parlamentares

Por Redação
24 de setembro de 2025 - 14:18
em Brasil

Foto: Lula Marques/ABR. 

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Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou por unanimidade, nesta quarta-feira (24), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021, conhecida como “PEC da Blindagem”. Todos os 27 senadores da comissão votaram contra o texto, que previa a exigência de autorização da Câmara ou do Senado, por voto secreto, para que deputados e senadores pudessem ser processados criminalmente.

O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que o relatório aprovado segue ainda hoje para análise do plenário da Casa. “Vamos ao Plenário, com compromisso do presidente Davi Alcolumbre [União-AP], de encerrar hoje essa votação e, sem dúvida nenhuma, rejeitar essa proposta”, disse.

Votação e pressão popular

A PEC havia sido aprovada na Câmara dos Deputados em primeiro turno, com 353 votos favoráveis. No Senado, porém, não houve defensores na CCJ. Mais de 20 senadores se manifestaram contra a proposta, que foi alvo de protestos em diversas capitais no último domingo (21).

O relator Alessandro Vieira (MDB-SE) recomendou a rejeição integral da PEC, alegando que a medida abriria brechas para o crime organizado no Congresso. “O real objetivo da proposta não é o interesse público – e tampouco a proteção do exercício da atividade parlamentar –, mas sim os anseios escusos de figuras públicas que pretendem impedir ou, ao menos, retardar, investigações criminais que possam vir a prejudicá-los”, justificou.

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“[A PEC] é na verdade um golpe fatal na sua legitimidade [do Congresso], posto que configura portas abertas para a transformação do Legislativo em abrigo seguro para criminosos de todos os tipos. Essa é uma PEC que definitivamente abre as portas do Congresso Nacional para o crime organizado”, disse o senador sergipano ao ler seu parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Inicialmente favorável a ajustes no texto, o senador Jorge Seif (PL-SC) retirou seu voto em separado e acompanhou o relator. Emendas apresentadas por Sérgio Moro (União-PR), Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES) também foram rejeitadas.

Críticas no Senado

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) afirmou que a proposta buscava criar uma “casta” de privilegiados. “Nasceu com o objetivo de criar um muro de impunidade e criar, na verdade, uma nova casta no Brasil, que seria uma casta daqueles que podem cometer crimes e estariam fora dos rigores da lei.”

O senador Humberto Costa (PT-PE) ressaltou que a mobilização popular foi decisiva para o recuo no Senado. “O Senado hoje vai decretar o fim dessa proposta indecente, mas a coisa mais importante, no meu ponto de vista, é que realmente a máscara da extrema direita caiu no nosso país.”

Carlos Portinho (PL-RJ), líder da oposição, também classificou a PEC como absurda, mas destacou que o governo teve parlamentares que votaram a favor na Câmara. “Essa PEC é uma indecência. Nenhum de nós, seja de que partido for, vai estar aqui para defender bandido”, disse.

O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), reforçou a posição contrária da legenda: “Essa PEC desmoraliza o mandato popular. O MDB, imediatamente após a aprovação na Câmara, se manifestou em nota oficial em nome dos 12 parlamentares do MDB com firme oposição contra a PEC da Imoralidade, da Bandidagem e da Blindagem.”

Imunidade em debate

Durante a sessão, parlamentares também discutiram a imunidade prevista no artigo 53 da Constituição, que protege deputados e senadores por opiniões, votos e palavras. O senador Omar Aziz (PSD-AM) explicou que a PEC tentava restabelecer a chamada imunidade processual, vigente na Constituição de 1988, mas que já não se justifica.

Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, destacou que nenhum direito é absoluto: “A Constituição de 1988, na sua sabedoria, diz que nenhum direito é absoluto. Um parlamentar não pode fazer apologia à morte de quem quer que seja. A imunidade é material para opinião, palavra e votos, mas não absoluta.”

Próximos passos

Com a rejeição na CCJ, a PEC segue ao plenário do Senado, onde deve ser apreciada ainda nesta quarta-feira (24) pelos 81 senadores. Caso seja definitivamente derrubada, a proposta ficará arquivada.

Tags: Alessandro VieiraCarlos PortinhoCCJEduardo BragaEliziane GamaHumberto CostaOtto AlencarPEC da BlindagemRandolfe RodriguesSenado
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