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Home Colunas

PM judicializada no RJ

Por Lenin Novaes
6 de agosto de 2020 - 11:28
em Colunas

O STF restringiu ações da PM em morros e favelas do Rio de Janeiro. As ações são sempre violentas. como mostra a detenção, de negros com cordas no pescoço. Foto de Luiz Morier, que recebeu o Prêmio Esso, em 1983.

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– Marineth, antes eram pés na porta arrombando barracos com teto de zinco para espancar moradores nos morros e favelas no Rio de Janeiro. Época da dupla de PMs apelidada de ‘Cosme e Damião’. Prendia-se indiscriminadamente por vadiagem a quem não comprovasse trabalho, nesse sistema que sempre promove exclusão social. Depois, as ações da PM recrudesceram com fortes armas letais, carros brindados chamados “caveirões”. Adentram as comunidades atirando por todos os lados. Os abusos cresceram sem limites. E isso não faz tanto tempo assim. O marco histórico entre diferenças das ações pode estar configurado em antes e após o governo de Leonel Brizola.

– Athaliba, a decisão do Supremo Tribunal Federal que referendou a liminar do ministro Edson Fachin, que restringiu ações policiais nos morros e favelas, vai além da questão legal jurídica. Essa decisão reduz abusos policiais nos morros e favelas.

– Marineth, ocê tem razão. O Rio se tornou território arrasado, entrincheirado por milícias e narcotraficantes. A desordem pública tá institucionalizada em todos os setores da estrutura social, esfacelada por corrupções contínuas nos governos de Sérgio Cabral Filho, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Luiz Fernando Pezão e Wilson Witzel. É abrir os olhos e constatar a situação de flagelo configurada na escandalosa relação de cumplicidade entre o senador Flávio Bolsonaro com os ex-PMs Adriano Magalhães da Nóbrega (ele era chefe do Escritório do Crime e foi morto a tiros na Bahia, em fevereiro) e Fabrício Queiróz, que cumpre prisão domiciliar acusado de comandar o esquema de “rachadinhas” no gabinete do então deputado estadual.

– Athaliba, e como reagiu o comando da PM sobre a ordem do STF?

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– Marineth, o que ocê acha? Em nota conjunta, a PM e a Polícia Civil argumentaram que “respeitam a decisão do STF e informam que cumprirão integralmente o que foi determinado; no entanto, veem com extrema preocupação a restrição à operacionalidade em territórios disputados entre grupos de criminosos, que impõem o terror a milhares de pessoas”.

– Faz-me rir, Athaliba. Brincadeira, né?

– Sim, Marineth. Um experiente repórter da área policial, já falecido, contava que “a PM é a indústria do crime no Rio de Janeiro”. Há poucos anos, a própria PM divulgou a quantidade de integrantes que respondiam por diversas modalidades de delitos. Infrações disciplinares da falta ao serviço a crimes de extorsão, roubo, formação de quadrilhas, ‘leilão’ de armamentos e drogas apreendidas, etc. e tal.

– É chocante, Athaliba, como esses tipos de delitos aumentaram, batendo Ibope na mídia.

– Marineth, após o covarde e brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, metralhados em 14/3 de 2018, o Rio de Janeiro sofreu intervenção federal, comandada pelo general do Exército Walter Souza Braga Netto. O objetivo era “recuperar a credibilidade” da segurança pública. Comunidades foram ocupadas por forte aparato do Exército. A intervenção, no entanto, não deixou saudade.

– Athaliba, ocê tem razão. A população vive sobressaltada e, cada vez mais, temerosa com os altos índices de criminalidade. Mas, a violência policial está espalhada por todo o Brasil.

– Pois é, Marineth. O general Braga Netto, após a intervenção, disse à mídia, em 11/1 de 2019, que “eu poderia ter anunciado quem a gente acha que foi, ou dito ao general Richard (secretário de Segurança Pública durante a intervenção para que o fizesse), mas quisemos fazer um trabalho realmente profissional”. A declaração se referia aos autores do crime da vereadora Marielle Franco.

– Athaliba, ainda que o policial Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio de Queiróz estejam presos, acusados do crime, o assassinato de Marielle e de Anderson ainda continua obscuro, pois não se sabe o motivo do crime e quem mandou executar, né?

– Marineth, o caso é escabroso. Aliás, como a maioria dos crimes considerados ‘insolúveis’. O fato é que a polícia anuncia que “existem 56.620 criminosos em liberdade (mais que a metade da população de Itabira do Mato Dentro), portando armas de fogo de grosso calibre e trabalhando para o tráfico de drogas ou grupos milicianos”. O que falta, amiga, é competência e ordem política para resolver essa situação fora de controle. Enfim, a solução para se evitar a falência do Rio de Janeiro e de outros estados e organizar o país está no poder popular. Que não tarde mais!!!

Lenin Novaes

Lenin Novaes

Crônicas do Athaliba LENIN NOVAES jornalista e produtor cultural. É co-autor do livro Cantando para não enlouquecer, biografia da cantora Elza Soares, com José Louzeiro. Criou e promoveu o Concurso Nacional de Poesia para jornalistas, em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. É um dos coordenadores do Festival de Choro do Rio, realizado pelo Museu da Imagem e do Som - MIS

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