Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Política

Ex-juíza eleita senadora pelo Mato Grosso tem mandato cassado pelo TSE por prática de Caixa 2

Como magistrada, Selma Arruda já havia atuado também como juíza eleitoral no estado

Por Redação
11 de dezembro de 2019 - 12:27
em Política

Selma Arruda. (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sessão realizada nesta terça-feira (10),  decidiu, por seis votos a um, manter a cassação dos diplomas da senadora eleita Selma Arruda, e de seus suplentes, Gilberto Possamai e Clerie Mendes, pela prática de abuso de poder econômico e arrecadação ilícita de recursos – caixa 2 – nas Eleições de 2018. O afastamento dos parlamentares deve ocorrer após a publicação do acórdão. Ficou também definido a convocação de novo pleito pelo Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso (TRE-MT), em 90 dias, para a escolha de novo representante para o Senado.

Selma Arruda foi eleita pelo PSL, ex-partido de Jair Bolsonaro, mas estava insatisfeita com legenda pela falta de envolvimento em sua defesa. Por isso, acabou migrando em setembro deste ano para o Podemos.

Na sessão da última terça-feira (3) o relator, ministro Og Fernandes, já havia proferido seu voto onde manteve a sentença da Corte Regional, determinando a cassação dos mandatos dos três (titular e suplentes), e declarando a inelegibilidade de Selma Arruda e do primeiro suplente Gilberto Possamai pelo período de oito anos. Já a 2ª suplente da chapa, Clerie Mendes, não foi considerada inelegível, pois no entendimento do Plenário do TSE, ela não teve participação direta ou indireta nos ilícitos eleitorais apurados. O voto do relator foi seguido por outros cinco ministros. 

O único voto favorável ao recurso da senadora foi proferido pelo ministro Edson Fachin que justificou seu voto dizendo que os segundo e terceiro colocados no pleito teriam apresentado um gasto maior que a campanha da senadora e que não havia como comprovar desequilíbrio na campanha eleitoral. “Em meu modo de ver, a solução adequada ao caso é dar provimento aos recursos, reformando o acórdão do TRE do Mato Grosso, afastando todas as sanções impostas. Em consequência, estão prejudicados os demais recursos ordinários”, votou o ministro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Última a votar, a ministra Rosa Weber teceu elogios a alguns trechos do voto proferido por Edson Fachin e ao final, divergiu do ministro citando frase do jurista e procurador José Jairo Gomes para justificar seu voto. “De campanha ilícita jamais poderá nascer mandato legítimo, pois árvore malsã não podruz, senão, frutos doentios”. 

No julgamento de duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) ocorrido em abril desse ano, o TRE-MT constatou que Selma Arruda e Gilberto Possamai omitiram receitas à Justiça Eleitoral, que foram aplicadas, inclusive, no pagamento de despesas de campanha em período pré-eleitoral. Esses valores representariam 72% do montante arrecadado pela então candidata, o que caracterizaria o abuso do poder econômico e o uso de caixa dois.

Entre as irregularidades apontadas, o TRE destacou que a senadora eleita teria antecipado a corrida eleitoral ao realizar nítidas despesas de campanha, como a contratação de empresas de pesquisa e de marketing – para a produção de vídeo, de diversos jingles de rádio e de fotos da candidata, entre outras peças – em período de pré-campanha eleitoral, o que é vedado pela legislação. 

Histórico
A ex-juíza Selma Arruda ficou conhecida nacionalmente pela sua firmeza no combate a corrupção e por ter condenado à prisão o ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (MDB), e o presidente da Assembleia Legislativa do estado José Geraldo Riva. Ela atuou também como juíza eleitoral, sempre implacável em suas decisões, o que lhe rendeu o codinome de “Moro de saias”, uma referência ao ex-juiz Sérgio Moro que na mesma época atuava como juiz da Lava Jato, no Paraná.

Depois do processo que condenou o ex-governador, Selma Arruda se aposentou e filiou-se ao PSL, dando início a sua corrida política que a levou ao Senado como a mais votada do estado com 678.542 votos (24,65%).

Tags: Caixa 2cassação de mandatoMato GrossoSelma ArrudaSenadoraTSE
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Política

Horário eleitoral gratuito termina nesta sexta-feira

Por Redação
25 de outubro de 2024 - 10:39
Política

Eleitores só podem ser presos em flagrante delito a partir desta terça

Por Redação
1 de outubro de 2024 - 11:29

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Corte de 96% em verba contra chuvas pressiona governo Zema

    Lula assina MPs e anuncia auxílio de R$ 7.300 a vítimas das enchentes em MG

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Cruzeiro e Atlético decidem o Mineiro com volta da torcida dividida

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • A VIDA DO LIVREIRO A. J. FIKRY

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Confira os novos horários do ônibus coletivo em Itabira

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Guaidó: oposição não planeja mais negociações com Maduro na Noruega

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

PF aponta estrutura de espionagem e intimidação ligada a dono do Banco Master

PF aponta estrutura de espionagem e intimidação ligada a dono do Banco Master

3 dias atrás

Copa do Mundo de 2026 terá três países-sede e maior número de seleções da história

2 horas atrás
Moraes autoriza Bolsonaro a fazer exames após queda na prisão

Moraes nega novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro

5 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br