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Home Notícias Brasil

Deputada Erika Hilton denuncia discriminação de gênero por embaixada dos EUA

Visto foi emitido com sexo masculino, desconsiderando documentos brasileiros; governo americano alega seguir política que reconhece apenas dois sexos “imutáveis”

Por Redação
16 de abril de 2025 - 18:04
em Brasil

Marcelo Camargo / ABR - 

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Brasília – A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) denunciou nesta quarta-feira (17) ter sido alvo de transfobia por parte da embaixada dos Estados Unidos no Brasil. A parlamentar relatou que teve seu visto diplomático emitido com o sexo masculino, em desacordo com sua certidão de nascimento e passaporte brasileiro, que reconhecem sua identidade de gênero como mulher.

Em resposta à Agência Brasil, a embaixada americana afirmou que “os registros de visto são confidenciais” e que, conforme a Ordem Executiva 14168, os EUA reconhecem apenas dois sexos — masculino e feminino — considerados “imutáveis desde o nascimento”. Essa ordem foi assinada pelo ex-presidente Donald Trump no dia 20 de janeiro de 2025, exigindo que departamentos federais adotem um entendimento estritamente binário de sexo biológico para documentos oficiais.

Segundo a equipe da deputada, a embaixada ignorou os documentos brasileiros atualizados de Erika Hilton, tratando-a no processo com o sexo designado ao nascer, o que a parlamentar classifica como uma violação da sua dignidade e identidade.

Reação oficial e possível ação internacional

Hilton já enviou um ofício ao Ministério das Relações Exteriores solicitando uma reunião com o ministro Mauro Vieira e informou que avalia uma ação jurídica internacional contra os Estados Unidos, com apoio de organizações de direitos humanos.

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“É inaceitável que uma parlamentar brasileira, em missão oficial, tenha sua identidade negada por um governo estrangeiro com base em uma política retrógrada e discriminatória. Essa postura não é apenas uma afronta à minha dignidade pessoal, mas uma violência institucional contra todas as pessoas trans”, afirmou Erika em pronunciamento nas redes sociais.

Contexto e impactos da Ordem Executiva 14168

A política adotada pela administração Trump reverte diretrizes da era Biden, que permitiam a autoidentificação de gênero em passaportes e outros documentos oficiais. A decisão tem sido alvo de críticas de entidades de direitos civis nos Estados Unidos, como a American Civil Liberties Union (ACLU), que classificou a medida como “uma grave regressão na luta por igualdade de direitos para pessoas transgênero”.

No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) manifestou solidariedade à deputada. “Esse episódio revela como políticas transfóbicas afetam diretamente vidas reais e até relações diplomáticas. É inadmissível que a identidade de uma mulher trans seja apagada institucionalmente, sobretudo em um cenário de representação oficial”, afirmou a presidenta da entidade, Keila Simpson, ao Brasil de Fato.

Conferência nos EUA e representatividade internacional

Erika Hilton participaria de uma conferência acadêmica sobre direitos humanos e democracia nos Estados Unidos, representando a Câmara dos Deputados. Ela é a primeira deputada federal negra e trans da história do Brasil e tem sido uma das vozes mais ativas no Congresso em defesa da população LGBTQIA+.

O Itamaraty confirmou que analisa o caso, mas ainda não se pronunciou oficialmente sobre a possibilidade de interceder junto ao governo norte-americano.

 

Tags: direitos humanosDonald TrumpEmbaixada dos EUAErika Hiltonidentidade de gêneroOrdem Executiva 14168pessoas ttransfobiavisto diplomático
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