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Home Colunas

Polícia pode ser serroteada

Por Lenin Novaes
23 de maio de 2022 - 07:52
em Colunas

A delegada Adriana Belém foi presa com quase dois milhões de reais em casa, na Barra da Tijuca, acusada de integrar quadrilha de contraventor do jogo-do-bicho. (TV Brasil)

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– Marineth, a julgar o resultado das eleições no Rio de Janeiro, em outubro, as instituições policiais poderão ser serroteadas. O nível de deterioração é tão exacerbante que tem candidatos a governador colocando a proposta em primeiro plano em suas pautas de trabalho. Expressam o sentimento da maioria da população, que já não distingue nas instituições apenas aquela chamada “banda podre”. O caldo da contaminação criminosa nas policias está transbordando do caldeirão por todos os lados, jorrando da ponta da pirâmide. Isso ficou provado com as prisões recentes dos delegados Adriana Belém e Marcos Cipriano (Polícia Civil) e do capitão Pedro Augusto Nunes Barbosa e do tenente Matheus Henrique Dias França (Polícia Militar).

– Athaliba, a situação da segurança pública no Rio de Janeiro é tão calamitosa que já não dá mais para varrê-la para debaixo do tapete político, como costumeiramente tem acontecido nas campanhas eleitorais. Será que agora é bola ou búlica; calça de veludo ou bunda de fora?

– Sim, Marineth. Numa sabatina, por exemplo, o Eduardo Serra, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e candidato a governador pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB), não se furtou em debater o assunto. Baseado em estatísticas que comprovam o aumento irreversível da podridão nas policias propôs a criação de “uma nova polícia”. Aos entrevistadores disse que “a nossa proposta é a extinção das duas polícias (Civil e Militar) e a criação de uma nova: uma instituição civil e uniformizada”.

– Como assim, Athaliba?

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– Marineth, o professor argumenta que “é claro que vai ter destacamentos para ações (não operações, como errada e costumeiramente ouvimos por aí) policiais; mas uma polícia de direção civil. Essa nova orientação será para uma polícia de ação investigativa, preventiva e educativa. E, claro, sem nenhuma concessão ao crime organizado, o que muitas vezes se atribui as propostas de esquerda em ser condescendentes”.

– Athaliba, ele tem razão em enfatizar que não haverá concessão ao crime organizado. As elites dominantes, fundamentadas em barbáries fascistas, usam indevida e propositalmente o falso argumento de que “a esquerda faz vista grossa ao banditismo”.

– Pois é, Marineth. O Serra diz que “a idéia é extinguir e criar uma instituição policial à qual todos tenham carreira, salários dignos e uma formação forte, principalmente, no sentido de definir o seu papel como protetor da população e trabalhar em conjunto com a comunidade”. Nessa nova estrutura policial para o Rio de Janeiro, ele diz que haverá um Conselho Popular de segurança em que a sociedade será parceira da polícia. E que dificultará “ao máximo a posse de armas para cidadãos comuns, pois a arma é para uso de polícia e das forças armadas”.

– Athaliba, se for levada em conta a grande quantidade de pessoas que desejam uma nova ordem policial para o Rio de Janeiro, o professor Eduardo Serra pode surpreender nas eleições. Se isso acontecer, tenho certeza que ele usará o serrote para exterminar o vírus que inviabiliza a continuidade das policias como funcionam nos moldes de hoje.

– Marineth, o também professor Marcelo Freixo, que é candidato a governador pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), de maneira mais atenuada, propõe “mudar os protocolos policiais”. O candidato diz que “as policias terão regulamento diferenciado e humanizado, pois não podemos ter um regulamento de 30 anos atrás; vamos ter uma evolução do quadro da polícia baseada em transparência e motivação”.

– Athaliba, após 14 anos de investigação, dois PMs, Alexandre Ramos e Marcelo dos Reis Freitas, e o ex-PM Fábio Montibelo, foram indiciados como assassinos do irmão do parlamentar federal. Renato Ribeiro Freixo era síndico num condomínio residencial em Piratininga, na Região Oceânica de Niterói, quando foi morto, em 2006. Os PMs Alexandre e Marcelo faziam segurança na área residencial e foram demitidos por Renato por não estarem aptos para exercer a função.

– Isso mesmo, Marineth. Marcelo Freixo, que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito das Milícias, quando foi deputado estadual, ao saber da conclusão do caso do irmão disse: “Meu irmão foi brutalmente assassinado; deixou duas filhas pequenas e uma família completamente dilacerada. A gente aguarda Justiça e não vingança”. 

– Athaliba, o Brizola ao assumir o governo do Rio causou barata-voa nas policias, pois tinha o propósito de extingui-las e criar uma nova força policial. Será que a situação vai se repetir?

Tags: ColunaLenin Novaes
Lenin Novaes

Lenin Novaes

Crônicas do Athaliba LENIN NOVAES jornalista e produtor cultural. É co-autor do livro Cantando para não enlouquecer, biografia da cantora Elza Soares, com José Louzeiro. Criou e promoveu o Concurso Nacional de Poesia para jornalistas, em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. É um dos coordenadores do Festival de Choro do Rio, realizado pelo Museu da Imagem e do Som - MIS

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