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Home Colunas

PODER SER RICO OU PODER SER POBRE

Por Nilson Lattari
17 de janeiro de 2025 - 08:04
em Colunas

Foto: Kenny Eliason / Unsplash - 

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Juiz de Fora (MG) – Não estou falando de dinheiro, como poderia supor a ideia de contrapor o rico e o pobre. Estou falando dessas riquezas e dessas pobrezas que temos ou sentimos no dia a dia, com a sensação de perder ou ganhar alguma coisa.

Como seres que fazem parte da natureza alguns hábitos nossos estão, em muitos pontos, diferentes dela. Por isso, se algumas vezes obedecemos em outras deveríamos obedecer às suas leis. Não as leis rígidas que os animais selvagens vivem, mas de acordo e com respeito a ela, a quem tanto devemos nossa existência.

Se seguíssemos as leis da natureza e nada mais além disso, não passaríamos de animais selvagens, cônscios de nosso ser, e seguiríamos caminhos diferentes daqueles que trilhamos hoje. Claro, teríamos a ciência a nosso favor e não teríamos a inconsciência de abater os outros animais e a própria natureza como fazemos hoje..

Quando falo das leis da natureza, falo no sentido de não nos aviltarmos, não abandonarmos o caminho das boas causas, inclusive das boas causas conosco mesmo. 

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Por outro lado, há um caminho de pobreza, que está no sentido de ouvir e seguir as opiniões de outros. Muitos de nós pautam suas vidas a partir do que o outro poderá pensar. Como uma suposta maneira de estar em pé de igualdade. Seguir uma boiada nem sempre pode ser um caminho bom. Seguir por um caminho onde outros seguem cegamente não é um bom presságio. E aí reside uma pobreza extrema, que é abandonar a si mesmo para seguir ordens e comportamentos que ferem nosso jeito de ser.

Influencers, celebridades, coaches estão sempre indicando seus próprios caminhos como se eles fossem os mais corretos, os mais viáveis; a chave para uma existência feliz.

Ninguém pode vender uma fórmula de felicidade a partir da sua história de vida. A pobreza e a riqueza reside na escolha entre ser e procurar o lugar onde o conforto espiritual seja o mais viável. Não existe ninguém mais rico do que aquele que segue seu próprio caminho, seguindo suas próprias opiniões e obedecendo sua própria história de vida. Todas as vezes que tentamos ser aquilo para o qual não estamos, realmente, convictos, isso nos traz a infelicidade, a pobreza e a sensação de que alguma coisa não deu certo. E na vida é impossível voltar atrás para recomeçar. A vida é um caminho sem volta, fruto de nossos erros e acertos que transformarão nossa vida futura em riqueza ou pobreza.

Vivemos em um mundo onde existe a riqueza possível, e ela está dentro de um limite onde desenvolvemos nossa história.

Se seguimos em frente, obedecendo uma trajetória e um desejo pessoal, a pobreza estará em não abandonar o caminho, procurando atalhos orientados por outros. Se seguimos ou pautamos nossas vidas a partir do que os outros podem pensar, estabelecemos uma trajetória para um final infeliz, e teremos que conviver com a frustração, a real pobreza das nossas vidas.

A riqueza está em ser o que somos, de verdade. Ser capaz de tomar as próprias decisões. Enriquecer internamente, no entanto, é uma prova difícil. Quanto mais a riqueza do conhecimento nos invade, a nossa percepção do mundo se amplia e nos tornamos críticos. O pobre de espírito ri e por não entender o mundo segue sua trajetória, pouco importa o dia de amanhã. Um tipo de felicidade que brota da inexistência. O rico de espírito agoniza diante da fragilidade do mundo, que somente ele percebe. O que seria melhor: viver ou ignorar?

Tags: ColunaNilson Lattari
Nilson Lattari

Nilson Lattari

Crônicas e Contos. NILSON LATTARI é carioca e atualmente morando em Juiz de Fora (MG). Escritor e blogueiro no site www.nilsonlattari.com.br, vencedor duas vezes do Prêmio UFF de Literatura (2011 e 2014) e Prêmio Darcy Ribeiro (Ribeirão Preto 2014). Finalista em livro de contos no Prêmio SESC de Literatura 2013 e em romance no Prêmio Rio de Literatura 2016. Menções honrosas em crônicas, contos e poesias. Foi operador financeiro, mas lidar com números não é o mesmo que lidar com palavras. "Ambos levam ao infinito, porém, em veículos diferentes. As palavras, no entanto, são as únicas que podem se valer da imaginação para um universo inexato e sem explicação".

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