Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

ONU Mulheres e governo lançam diretrizes para investigação de feminicídios

Por Redação
8 de abril de 2016 - 16:40
em Brasil
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ONU Mulheres Brasil e o governo federal lançaram hoje (8) as Diretrizes Nacionais para Investigar, Processar e Julgar com Perspectiva de Gênero as Mortes Violentas de Mulheres – Feminicídios. O documento define os procedimentos a serem aplicados por profissionais e instituições durante a investigação policial, o processo judicial e o julgamento de mortes violentas de mulheres para tipificar as razões de gênero como causas desses crimes.

“Temos que caraterizar essas mortes como são, estas mulheres estão sendo assassinadas por serem mulheres e não por nenhuma outra coisa. E as formas como são assassinadas também demonstram essa misoginia, esse ódio contra as mulheres”, disse a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman.

O protocolo ajudará na implementação da Lei 13.104/2015, sancionada em março de 2015, que prevê o feminicídio e coloca o assassinato de mulheres com motivações de gênero no rol de crimes hediondos.

O documento é direcionado a instituições e profissionais de perícia, segurança pública, saúde e Justiça para a revisão de condutas pessoais e institucionais e protocolos e sistemas de registros. Segundo a secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Miki, os estados e o Distrito Federal são autônomos, mas agora têm uma linha mestra para orientar o responsável pela investigação a ter um olhar diferenciado e levar em conta o gênero da vítima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Regina, é papel do governo federal estimular os profissionais com as diretrizes, com capacitação para quebra de uma cultura machista e com garantia de equipamentos para essas investigações. “Queremos que eles registrem e investiguem pensando que essa mulher foi morta exatamente por ser mulher. Fazer com que essa lei [do feminicídio] pegue é nossa tarefa hoje”, disse.

De acordo com o Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), em 2013, 4.762 mulheres foram mortas no país, numa média de 13 assassinatos por dia. Desse total, 2.394, ou seja, 50,3%, foram cometidos por um familiar da vítima. Já 1.583 dessas mulheres foram mortas pelo parceiro ou ex-parceiro, o que representa 33,2% do total de assassinatos de mulheres no período analisado.

As diretrizes publicadas hoje são uma adaptação do Modelo de Protocolo Latino-Americano de Investigação de Mortes Violentas de Mulheres por Razões de Gênero e foram elaboradas com a ajuda de agentes de segurança e de Justiça. O documento reúne recomendações sobre elementos, técnicas e instrumentos práticos com uma abordagem intersetorial e multidisciplinar para a identificação e o processo de feminicídio.

Projeto-piloto

O Brasil foi selecionado como país-piloto para a adaptação do modelo latino-americano. Desde o ano passado, as diretrizes estão sendo implementadas e incorporadas aos procedimentos cotidianos em cinco estados brasileiros: Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

Segundo a secretária Regina Miki, o trabalho nesses estados “não está sendo fácil”. “A experiência é muito rica porque está mostrando os problemas para a implementação da política. E não poderia ser diferente em uma sociedade machista”, disse, explicando que as experiências ajudarão no aprimoramento das diretrizes para a expansão do projeto a todos os estados.

A adaptação do protocolo no Brasil é uma iniciativa da ONU Mulheres Brasil em parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos, com apoio do governo da Áustria. O documento com as diretrizes está disponível na página da ONU Mulheres Brasil. 

Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

STF aponta “múltiplos acessos ilegais” a dados de ministros e parentes
Brasil

STF forma maioria parcial para liberar pagamento retroativo de penduricalhos a magistrados e membros do Ministério Público

Por Redação
26 de junho de 2026 - 15:55
Vídeo de Michelle expõe crise com Flávio Bolsonaro e amplia divisão no núcleo político da família
Brasil

Vídeo de Michelle expõe crise com Flávio Bolsonaro e amplia divisão no núcleo político da família

Por Redação
25 de junho de 2026 - 10:44

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Dois terremotos de forte magnitude atingem a Venezuela, deixam mortos e provocam destruição em Caracas

    Lula envia ministro da Defesa à Venezuela para avaliar ajuda brasileira após terremoto

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • STF forma maioria parcial para liberar pagamento retroativo de penduricalhos a magistrados e membros do Ministério Público

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • O candidato ‘Pastel’

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Suíça derrota o Canadá, conquista liderança do Grupo B e avança com moral aos 16 avos de final

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Inscrições para o Enare 2026/2027 entram na reta final; prazo termina na segunda para residência médica de acesso direto

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Concurso dos melhores cafés de Minas abre inscrições e reforça disputa entre regiões produtoras

Concurso dos melhores cafés de Minas abre inscrições e reforça disputa entre regiões produtoras

6 dias atrás
Dois terremotos de forte magnitude atingem a Venezuela, deixam mortos e provocam destruição em Caracas

Lula envia ministro da Defesa à Venezuela para avaliar ajuda brasileira após terremoto

2 dias atrás
Neymar volta a treinar com o grupo e fica mais perto da estreia na Copa do Mundo

Neymar volta a treinar com o grupo e fica mais perto da estreia na Copa do Mundo

6 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br