domingo - 04/01/2026
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Colunas

ÍNDIO, UM ÍDOLO

Por Ediel Ribeiro
segunda-feira – 27/04/2020 – 06:51
em Colunas

DIVULGAÇÃO

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rio de Janeiro – Pois é. Lá se foi o Índio, ex-centroavante do Flamengo. Só soube dias depois. Quase nenhum jornal noticiou. Estavam ocupados demais com a pandemia.

Aluísio Francisco da Luz, nasceu na cidade de Cabedelo, na Paraíba, em primeiro de março de 1931. Aos cinco anos de idade mudou-se para o Rio de Janeiro, onde iniciou a carreira de jogador profissional, em 1947, no Bangu Atlético Clube, onde ganhou o apelido de Índio.

Dois anos depois, transferiu-se para o Flamengo, time pelo qual se consagrou, atuando em 202 jogos. Foi o décimo maior artilheiro da história do rubro negro, marcando 144 gols. 

Centroavante forte, ágil e ótimo cabeceador, a história do jogador se mistura com a do Flamengo. No rubro negro jogou até 1957, e fez parte do time que conquistou o segundo tricampeonato estadual da história do clube, em 1953-1954-1955, num ataque formado por Rubens, Índio, Evaristo e Zagallo, apelidado de “rolo compressor”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 1957, Índio foi contratado pelo Corinthians. Pelo alvinegro paulista fez 101 jogos e marcou 52 gols. Jogou também no Espanyol (Espanha) e pelo América do Rio de Janeiro, onde encerrou a carreira, em 1965. 

Conheci Índio no clube Vale do Ipê, onde joguei com ele num time de veteranos, onde jogaram, entre outros, Marquinhos, ponta-esquerda que jogou no Vasco, Flamengo e Fluminense e Mendonça, ex- Botafogo.

Índio era, também, treinador na escolinha de futebol do clube. Foi o primeiro treinador do meu filho, Eddie e o principal responsável por sua ida para o  Vasco da Gama.

Foi um grande prazer tê-lo conhecido, ter jogado com ele e de ter, algumas vezes, bebido com ele – ele, só refrigerante – e de ter tido a alegria de conhecer alguém que ajudou o Rio ser mais Rio e o Flamengo mais Flamengo.

Índio era um grande papo. Um grande contador de casos. Eu gostava de ouvir suas histórias. Como, por exemplo, a do dia em que Togo Renan Soares, o Kanela – maior treinador da história do basquete brasileiro – o viu jogando uma pelada na Ilha do Governador e o levou para o Flamengo, quando ainda era jogador do Bangu.

Outra, sobre o ídolo Zizinho: “A gente (os juvenis) não chegava perto dele, não. Ficava de longe só olhando. Eu ia para o campo nos treinamentos e ficava observando muito o Zizinho, não é? Como ele corria, como jogava. Passei até a imitar ele depois”, relembrou. 

Mais uma: Índio gostava de lembrar os quatro gols marcados na vitória elástica por 12 a 2 sobre o São Cristóvão, na maior goleada da história do Maracanã.

Em sua trajetória pela seleção brasileira participou de 10 jogos e marcou 5 gols, fazendo parte do time que disputou a Copa do mundo de 1954, na Suíça. Com a camisa da Seleção também disputou a Copa América de 1957.

Índio também teve presença decisiva nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1958, foi titular e marcou o gol mais importante da carreira em uma das partidas decisivas contra o Peru que deu a vaga para o Brasil.

Índio, porém, não foi à Copa. Vicente Feola optou por Mazzola, Dida, Vavá e “um certo” Pelé.

Índio, além de um grande jogador, foi um grande homem, humilde, gentil e generoso. Uma grande perda para o esporte e para nós que éramos seus fãs. 

Adeus, amigo.

Ediel Ribeiro

Ediel Ribeiro

"Coluna do Ediel" Ediel Ribeiro é carioca. Jornalista, cartunista e escritor. Co-autor (junto com Sheila Ferreira) do romance "Sonhos são Azuis". É colunista dos jornais O Dia (RJ) e O Folha de Minas (MG). Autor da tira de humor ácido "Patty & Fatty" publicadas nos jornais "Expresso" (RJ) e "O Municipal" (RJ) e Editor dos jornais de humor "Cartoon" e "Hic!". O autor mora atualmente no Rio de Janeiro, entre um bar e outro.

MATÉRIAS RELACIONADAS

O Congresso e o fundo partidário: quando o interesse próprio fala mais alto
Colunas

O Congresso e o fundo partidário: quando o interesse próprio fala mais alto

Por Geraldo Ribeiro
sexta-feira – 02/01/2026 – 17:55
Adultização ou Infantilização: meus personagens de 2025
Colunas

Adultização ou Infantilização: meus personagens de 2025

Por Nilson Lattari
sexta-feira – 02/01/2026 – 08:31

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado

O Congresso e o fundo partidário: quando o interesse próprio fala mais alto

O Congresso e o fundo partidário: quando o interesse próprio fala mais alto

2 dias atrás

IPVA 2026 já pode ser consultado em Minas; pagamento começa em fevereiro

5 dias atrás
Talento de Milton no Minas

Talento de Milton no Minas

6 dias atrás

Mais lidas

  • China intensifica pressão e exige libertação imediata de Maduro

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Trump diz que EUA vão administrar a Venezuela após captura de Maduro e anuncia controle temporário do país

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Talento de Milton no Minas

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • O BOFETADA, UM ÍCONE ETÍLICO DE IPANEMA

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • PEDRO BANDEIRA E O JABUTI

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2025 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2025 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br