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Home Notícias Economia

Lula zera PIS e Cofins do diesel e anuncia subsídio para conter alta do combustível

Medidas temporárias buscam evitar impacto da guerra no Oriente Médio sobre o preço do diesel e o custo dos alimentos

Por Redação
12 de março de 2026 - 14:14
em Economia

Crédito: José Cruz | ABR. 

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta quinta-feira (12) um pacote de medidas para conter a alta do preço do diesel no país. Entre as ações, está um decreto que zera as alíquotas de PIS e Cofins sobre a importação e a comercialização do combustível, além de uma medida provisória que cria uma subvenção para produtores e importadores.

As medidas foram anunciadas em coletiva no Palácio do Planalto, em Brasília, e terão caráter temporário, com validade até 31 de dezembro deste ano.

Segundo o governo, o objetivo é evitar que a escalada internacional do preço do petróleo — impulsionada pela guerra envolvendo o Irã — seja repassada aos consumidores brasileiros.

“As medidas são para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, ao bolso do caminhoneiro e, sobretudo, não chegando ao bolso do caminhoneiro não vai chegar ao prato de feijão, à salada de alface, da cebola e a comida que o povo mais come”, afirmou Lula.

Redução estimada de R$ 0,64 por litro

De acordo com cálculos do Ministério da Fazenda do Brasil, o corte dos tributos deve reduzir o preço do diesel em cerca de R$ 0,32 por litro nas refinarias.

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A subvenção concedida a produtores e importadores deve representar uma redução adicional de R$ 0,32 por litro.

Somadas, as duas medidas podem gerar queda aproximada de R$ 0,64 por litro do combustível.

Para receber o subsídio, as empresas terão que comprovar que o benefício foi repassado ao consumidor final.

O governo estima que a desoneração do PIS e Cofins provocará perda de cerca de R$ 20 bilhões em arrecadação neste ano.

Já a subvenção ao diesel deve gerar impacto adicional de aproximadamente R$ 10 bilhões nas contas da União.

Para compensar essa redução de receitas, o governo decidiu criar uma alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo bruto.

Segundo a equipe econômica, a medida pode gerar arrecadação de cerca de R$ 30 bilhões até o fim do ano.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o pacote não altera a política de preços da Petrobras.

“Não estamos falando de nada que altera estruturalmente o país, nem do ponto de vista fiscal, nem do ponto de vista tarifário”, disse Haddad.

O ministro destacou ainda que o diesel tem impacto direto sobre a cadeia produtiva, especialmente no transporte e na produção agrícola.

“A maior pressão que o mercado de combustível sofre hoje vem exatamente do diesel. Toda a colheita que está sendo feita agora da safra brasileira depende do diesel.”

Fiscalização contra preços abusivos

O governo também publicou um segundo decreto com medidas permanentes voltadas à fiscalização e à transparência no mercado de combustíveis.

As novas regras devem permitir que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) identifique práticas consideradas abusivas.

Entre os casos que poderão ser enquadrados estão:

  • armazenamento injustificado de combustíveis;
  • aumentos considerados excessivos de preços.

Segundo Haddad, os critérios objetivos para caracterizar abusividade serão definidos em resolução da própria ANP.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o governo quer impedir movimentos especulativos no setor.

“Quando a Petrobras reduz o preço, essa redução demora muito para chegar na bomba. Às vezes chega parcialmente ou semanas depois”, disse.

A nova taxa de 12% sobre exportações de petróleo também tem como objetivo estimular que parte da produção permaneça no mercado interno.

De acordo com Rui Costa, o aumento do preço internacional do petróleo pode incentivar empresas a priorizarem vendas externas.

“Se você não criar uma medida compensatória, quem produz óleo bruto pode colocar ainda mais volume no mercado internacional, desabastecendo nossas refinarias.”

Críticas à privatização da BR Distribuidora

Durante a coletiva, ministros também criticaram a privatização da BR Distribuidora, realizada durante o governo anterior.

Segundo Rui Costa, a venda da empresa reduziu a capacidade do país de atuar de forma mais direta no mercado de distribuição de combustíveis.

“O modelo de venda dos ativos nacionais fez com que o Brasil diminuísse sua produção de produtos refinados no país.”

Tags: combustíveisdieseleconomiaLulaPetrobras
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