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Home Colunas

Febre amarela e Dia da Mulher

Por Redação
16 de março de 2017 - 11:36
em Colunas
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Este artigo trata de dois temas opostos: febre amarela é morte, mulher é vida.

Comecemos falando da febre amarela.

Uma moléstia, que se supôs erradicada desde 1907, pelo menos em parte do território brasileiro, volta a assustar. Trata-se da febre amarela.

As pessoas estão procurando, espontaneamente, os postos de vacinação, a fim de defender-se da doença mortal. Em nosso Estado, milhares de pessoas já foram vacinadas e outras milhares aguardam sua vez de receber a agulhada que salva.

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Oswaldo Cruz, o maior sanitarista na História do Brasil, pretendeu estabelecer a vacinação em massa para combater os surtos de varíola, doença que estava fazendo milhares de vítimas.

Os jornais da época colocaram-se contra Oswaldo Cruz. A Escola Militar da Praia Vermelha levantou-se contra a pretendida vacinação compulsória.

Enquanto no Brasil o grande Oswaldo Cruz era massacrado, fora de nossas fronteiras o mundo científico rendia homenagens ao brasileiro que nasceu no interior do Estado de São Paulo, na pequenina São Luís de Paratinga.

Argumentava-se que ninguém pode ser vacinado contra a própria vontade. Isto feriria a liberdade individual. Esqueceram-se os opositores da vacinação que as doenças endêmicas colocam em risco as pessoas em geral. Mais que afronta à liberdade individual de alguns, isto afronta o direito de todos à vida.

Como a História caminha a passos vagarosos! Como é difícil vencer os preconceitos! Como é penosa a estrada dos pioneiros!

Como seria um ato de Justiça que todo cidadão, ao ser vacinado, agradecesse em silêncio: “obrigado, Oswaldo Cruz.”

Ao homenagear Oswaldo Cruz, quero relembrar dois outros grandes sanitaristas brasileiros: Carlos Chagas, descobridor da doença de Chagas, e Adolpho Lutz, que descobriu a pasteurização do leite.

Já que acabamos de celebrar o Dia Internacional da Mulher, não podemos omitir a homenagem às mulheres do Brasil.

Oito de março lembra um episódio trágico: as 129 mulheres que morreram queimadas, dentro de uma fábrica de New York, porque reivindicavam condições dignas de trabalho.

Mas não queremos relembrar New York e esquecer Leopoldina, em Minas Gerais, onde nasceu Jerônima Mesquita.

Num tempo em que as mulheres eram relegadas a uma situação de completa inferioridade, Jerônima Mesquita lutou pelo reconhecimento do valor da condição feminina. Conclamou mulheres à luta, desenvolvendo a primeira ação coletiva e organizada, em favor dos direitos da mulher no Brasil.

Viva Oswaldo Cruz! Viva Jerônima Mesquita! Viva a dignidade humana! Viva a luta pela Justiça e por um mundo melhor! Viva a igualdade entre homens e mulheres!
 
João Baptista Herkenhoff
é Juiz de Direito aposentado (ES), palestrante e escritor

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