Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

Deputada do PL é alvo de denúncia após fazer blackface na Alesp

Ato na tribuna gera reação política, registro policial e pode levar a punições no Legislativo

Por Redação
19 de março de 2026 - 11:40
em Brasil
Deputada do PL é alvo de denúncia após fazer blackface na Alesp

Reprodução | TV Alesp

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A deputada estadual Fabiana Bolsonaro (PL) se tornou alvo de forte repercussão política e jurídica após realizar um discurso com uso de blackface na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), na quarta-feira (18). A manifestação ocorreu durante críticas à eleição da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

Durante a fala, a parlamentar utilizou pintura escura no rosto e afirmou que “se reconhecia como negra”, em comparação à identidade de gênero de Erika Hilton. A declaração também incluiu críticas à presença de uma mulher trans à frente da comissão.

Repercussão imediata e acusações de racismo

A conduta foi amplamente criticada por parlamentares, especialistas e entidades ligadas aos direitos humanos. O uso de blackface é historicamente associado a práticas racistas, com origem em espetáculos nos Estados Unidos que caricaturavam pessoas negras de forma ofensiva.

A deputada Mônica Seixas (PSOL) classificou o episódio como crime de racismo e procurou a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância para registrar ocorrência. A vereadora Luana Alves (PSOL) também acompanhou o procedimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Crime de racismo é inafiançável e aconteceu de forma televisionada”, afirmou Seixas, que cobra providências imediatas da Assembleia.

Especialistas apontam que o caso pode ser enquadrado na Lei nº 7.716/1989, que trata dos crimes de racismo no Brasil. Dependendo da interpretação das autoridades, o episódio pode ser considerado prática discriminatória em espaço público, com agravantes pelo fato de ter ocorrido em ambiente institucional e com transmissão oficial.

Além da esfera criminal, a deputada também pode enfrentar sanções políticas.

Pressão por investigação e Conselho de Ética

Parlamentares da oposição já articulam a apresentação de uma representação no Conselho de Ética da Alesp. O pedido pode resultar em advertência, censura ou até suspensão do mandato, a depender da gravidade reconhecida pelos deputados.

Também há cobrança para que a presidência da Casa, ocupada por André do Prado (PL), se manifeste oficialmente sobre o episódio e adote medidas institucionais.

O caso reacende discussões sobre os limites da imunidade parlamentar. Embora deputados tenham liberdade para se manifestar no exercício do mandato, esse direito não é absoluto e não cobre práticas que possam configurar crime.

Juristas lembram que o Supremo Tribunal Federal já consolidou entendimento de que discursos discriminatórios não estão protegidos pela imunidade.

O episódio ocorre em meio a um ambiente político polarizado e após a eleição de Erika Hilton para um cargo de destaque no Congresso, o que já vinha gerando reações de setores conservadores.

A repercussão nas redes sociais também foi intensa, com manifestações de apoio e críticas, ampliando o alcance do debate para além do ambiente legislativo.

Com o registro de ocorrência e a mobilização política, o caso deve evoluir em duas frentes: investigação policial e análise interna na Assembleia.

A depender dos desdobramentos, o episódio pode se tornar um dos principais casos recentes envolvendo discurso político, racismo e responsabilidade institucional no país.

Nome civil, identidade política e base ideológica

A repercussão do caso também trouxe à tona a forma como a deputada Fabiana Bolsonaro construiu sua identidade pública. O nome civil da parlamentar é Fabiana de Lima Barroso Souza, sem qualquer ligação familiar com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O uso do sobrenome “Bolsonaro” é uma escolha política, associada ao alinhamento ideológico com o campo conservador e, especialmente, com o eleitorado ligado ao ex-presidente. Na prática, trata-se de uma estratégia de posicionamento e identificação com uma base política já consolidada.

Esse vínculo também se expressa nas pautas defendidas pela deputada, que seguem a linha de atuação da direita mais ideológica no país e dialogam diretamente com o público bolsonarista. Entre elas estão:

  • oposição ao que chama de “ideologia de gênero” em escolas;
  • defesa do cristianismo como base de valores sociais;
  • incentivo ao agronegócio;
  • defesa da família e de pautas consideradas pró-vida;
  • posicionamento contra o aborto;
  • defesa do armamentismo;
  • combate às drogas;
  • discurso voltado à proteção da mulher dentro de uma perspectiva conservadora.

Para analistas políticos, esse conjunto de bandeiras busca consolidar e “cercar” o eleitorado identificado com Jair Bolsonaro, reforçando a associação simbólica da deputada com esse campo político — inclusive por meio do nome adotado.

O ponto que intensificou as críticas após o episódio na Alesp é o contraste entre esse posicionamento e o discurso feito contra a deputada Erika Hilton. Ao mesmo tempo em que critica o direito de autodeclaração de identidade, a parlamentar utiliza um nome político que reforça pertencimento simbólico a um grupo específico — ainda que sem ligação familiar direta.

Tags: blackface Alesp casoConselho de Ética Alespdeputada racismo São PauloErika Hilton polêmica
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Brasil

Mega-Sena 2.988 sorteia R$ 13 milhões nesta noite em SP

Por Redação
24 de março de 2026 - 07:40
Julgamento do caso Henry Borel é adiado após manobra da defesa
Brasil

Julgamento do caso Henry Borel é adiado após manobra da defesa

Por Redação
23 de março de 2026 - 14:42

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Como vivem as formigas e por que elas são tão importantes para a natureza

    Como vivem as formigas e por que elas são tão importantes para a natureza

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Inclusão e excelência na formação médica brasileira

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • PGR apoia prisão domiciliar de Bolsonaro por razões de saúde

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Julgamento do caso Henry Borel é adiado após manobra da defesa

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Livro resgata escravidão infantil e provoca reflexão sobre o presente

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Mega-Sena 2.988 sorteia R$ 13 milhões nesta noite em SP

5 horas atrás
Patinetes elétricos voltam às ruas de BH com novas regras

Patinetes elétricos passam a operar em BH e levantam debate sobre uso e segurança

7 dias atrás
Filhote de tamanduá resgatado em MG passa por reabilitação para voltar à natureza

Filhote de tamanduá resgatado em MG passa por reabilitação para voltar à natureza

6 dias atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br