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Home Colunas

CPI do COVID-19 sem mulher

Por Lenin Novaes
21 de maio de 2021 - 12:00
em Colunas

O general Pazuello mentiu tanto na CPI quanto negou o mal estar que sofreu, desmentido pelo médico e senador Otto Alencar. (Foto: Leopoldo Silva - Agência Senado)

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– Athaliba, ocê sabia que não tem uma mulher senadora no time da CPI do COVID-19, que investiga ações e omissões do governo do mito pés de barro, que ocupa o trono da presidência da República, nessa pandemia que já causou a morte de quase três milhões e meio de pessoas no mundo, das quais mais de 440.000 no Brasil? Isso é um absurdo. Parece o Clube do Bolinha, né? São 12 senadoras entre os 81 senadores, em proporção desigual que escancara o machismo conservador, retrógrado, anacrônico predominante no Brasil.

– Ora, Marineth, não se queixe tanto assim. É preciso considerar o avanço da luta feminina que tem rompido bravamente com essas barreiras estruturais no país. É bem verdade que alguns avanços são concessões das elites dominadoras que têm o objetivo claro de benefícios em causa própria. Ocê sabe na carne e na alma que sou defensor da plena emancipação da mulher. Macho e fêmea se integram de todas as formas, sem competição. Não cabe aqui explanar os desvios de ambos os sexos, também tão normais nesse contexto do desenvolvimento da sociedade global. A aqueles que observam que a larga maioria das mulheres ainda se produz para si própria, servas da indústria do embelezamento. Elas não ficam lindas, bonitas, formosas para seus parceiros.

– Phorra, Athaliba, os homens que pensam que mulheres se iluminam para queda-de-braço entre elas mesmas são machistas frustrados. Não quero alimentar esse assunto, no momento. No momento, a questão pertinente é a falta de mulheres na comissão da CPI do COVID-19. E foram as travestis Mary Help, Shelby, Gina, Sabrina e as gêmeas lésbicas Francinete e Ivonete que me questionaram junto da escultura de pedra à Bíblia na Praça Acrísio Alvarenga, em Itabira do Mato Dentro. Fiquei encurralada e devolvi na mesma moeda, dizendo que entre os 17 parlamentares da Câmara de Vereadores só tem uma mulher. Lá as mulheres são larga maioria da população.

– Saiu pela tangente, heim, Marineth.

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– Sim, Athaliba. O grupo também me provocou dizendo que nas eleições de 2022 a única vaga para o Senado já está reservada à representação LGBTQIA+. Que assim seja, amém! Mas, embora na comissão da CPI não tenha senadora, algumas vem desempenhando boa atuação.

– Marineth, a comissão da CPI, que ocê diz ser Clube do Bolinha, tem 11 senadores e sete suplentes e corresponde a proporcionalidade partidária. Estão no time Renan Calheiros, Eduardo Braga, Ciro Nogueira, Eduardo Girão, Tasso Jereissati, Omar Aziz, Otto Alencar, Marcos Rogério, Jorginho Mello, Humberto Costa e Randolfe Rodrigues. Na reserva, Jader Barbalho, Luis Carlos Heinze, Marcos Val, Ângelo Coronel, Zequinha Marinho, Rogério Carvalho e Alessandro Vieira.

– Athaliba, como ocê avalia o desempenho desse universo masculino na comissão?

– Marineth, a Comissão Parlamentar de Inquérito tem se desdobrado como numa briga de gato e rato (será que isso ainda é politicamente correto?) para apurar quais os reais responsáveis do governo federal pela omissão na crise sanitária na pandemia do COVID-19 que até o momento já causou centenas de mortes no Brasil. Os ex-ministros da Saúde Luiz Mandetta e Nelson Teich já prestaram depoimento e tiraram o deles da reta. O atual chefe daquela pasta, Marcelo Queiroga, se embananou. Revelou que o mito pés de barro defendeu o “tratamento precoce” às vítimas do vírus, “uma única vez”. Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Agência de Vigilância Sanitária – ANVISA -, disse que as declarações do mito pés de barro contrárias ao uso de vacinas são contra o que a agência reguladora preconiza. O depoimento foi técnico.

– Athaliba, ele falou sobre a proposta de alterar a bula da cloroquina para tratar o vírus?

– Sim, Marineth. Ele se manifestou contra a proposta na reunião com o mito pés de barro. O Fábio Wajngarten, ex-secretário especial de comunicação da Presidência, é que ficou “no mato sem cachorro” na oitiva (essa expressão parece pentelho no refresco, né?). Ele entregou que só levou a carta da Pfizer ao mito pés de barro dia 12/12, tendo recebido em 9/11. A prisão de Fábio chegou a ser cogitada devido às mentiras na CPI, mas, depois, foi descartada.

– Athaliba, como foi o comportamento do gerente-geral da Pfizer na oitiva?

– Marineth, o Carlos Murillo entregou de bandeja cronograma detalhado à CPI da transação de vacinas para o Brasil, iniciada em maio do ano passado. Ainda em 2020 a Pfizer garantia total de 100 milhões de doses de vacina. Aí, amiga, prevaleceu o ditado popular “a ignorância é a mãe de todas as doenças”. E o Brasil só começou a imunização em janeiro passado. Contou ele que o vereador carioca Carlos Bolsonaro, filho do mito pés de barro, foi intrujão na reunião 7/11 de 2020 no Palácio do Planalto à qual se discutia entraves à compra da vacina da Pfizer.

– Athaliba, e o Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores se saiu bem na oitiva?

– Marineth, ele causou atritos políticos com a China (fornecedora da vacina Coronavac) e ficou de joelhos para Donald Trump, mas parecia cordeirinho manso na oitiva. Negou tudo e foi chamado na lata de mentiroso. Contrapondo à agressão diplomática de Ernesto, o embaixador da China, Yang Wanming, disse na ocasião que “a família Bolsonaro é o veneno do Brasil”. Arriscou enrolar a CPI sobre o apoio que deu à compra de cloroquina, mas meteu os pés pelas mãos.

– Athaliba, o general Eduardo Pazuello deu cara à tapa na oitiva à CPI?

– Marineth, o depoimento dele se resume na subserviência que demonstrou ao mito pés de barro no vídeo que viralizou no planeta em redes sociais quando disse com largo sorriso na cara que “um manda e o outro obedece”. Simples, assim!

Tags: ColunaLenin Novaes
Lenin Novaes

Lenin Novaes

Crônicas do Athaliba LENIN NOVAES jornalista e produtor cultural. É co-autor do livro Cantando para não enlouquecer, biografia da cantora Elza Soares, com José Louzeiro. Criou e promoveu o Concurso Nacional de Poesia para jornalistas, em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade. É um dos coordenadores do Festival de Choro do Rio, realizado pelo Museu da Imagem e do Som - MIS

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