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Home Notícias Internacional

Conselho da ONU quer cortar fontes de financiamento do Estado Islâmico

Por Redação
12 de fevereiro de 2015 - 09:14
em Internacional
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O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vai adotar resolução com o objetivo de cortar os milhões de dólares que financiam o Estado Islâmico, provenientes da venda de petróleo, do tráfico de antiguidades e do pagamento de resgates.

A Rússia apresentou a primeira versão, que reafirma a intenção do conselho de enfrentar a ameaça dos jihadistas que se apoderaram de partes da Síria e do Iraque há cerca de um ano.

A resolução impõe sanções a indivíduos e entidades que estabeleçam negócios na área de petróleo com o Estado Islâmico, com o seu grupo associado na Síria, o Al Nusra Front, e com outros grupos associados à Al Qaeda.

De acordo com a medida, os 193 países-membros das Nações Unidas devem adotar "os passos apropriados" para impedir o comércio de bens culturais procedentes do Iraque e da Síria  e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) deve impor restrições.

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A resolução lembra que os governos dos vários países do mundo devem "impedir que terroristas se beneficiem direta ou indiretamente de pagamentos de resgate a partir de concessões políticas", de modo a garantir a libertação de reféns.

A resolução pode ser aplicada por meio de sanções ou do uso de força, apesar de não autorizar a ação de forças militares.

Relatório da equipe da ONU de monitoramento da Al Qaeda, publicado em novembro, estima que os jihadistas ganhem entre US$ 850 mil e US$ 1,65 milhão por dia apenas com a venda de petróleo.

Redação

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