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Home Notícias Brasil

BYD entra em lista do trabalho escravo após resgate de 163 trabalhadores

Ministério do Trabalho inclui montadora em cadastro nacional após fiscalização na Bahia; lista reúne 613 empregadores

Por Redação
8 de abril de 2026 - 09:45
em Brasil
BYD entra em lista do trabalho escravo após resgate de 163 trabalhadores

Fábrica da BYD, em Camaçari, na Bahia. Foto: Divulgação/BYD

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O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta terça-feira (7) a atualização do cadastro de empregadores envolvidos em condições análogas à escravidão, incluindo 169 novos nomes. Com isso, a chamada “lista suja” passa a ter 613 registros ativos no país.

Entre os incluídos está a montadora chinesa BYD, que mantém operação no complexo industrial de Camaçari, na Bahia.

A divulgação ocorre semestralmente, com o objetivo de dar transparência às ações de combate ao trabalho escravo no Brasil.

Fiscalização identificou irregularidades graves

A inclusão da BYD no cadastro ocorre após uma série de fiscalizações realizadas entre dezembro de 2024 e maio de 2025 pela Superintendência Regional do Trabalho na Bahia.

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Durante as inspeções, foram identificados 471 trabalhadores chineses em situação irregular no país. Desse total, 163 foram resgatados em condições análogas à escravidão.

Segundo os auditores, a empresa teve responsabilidade direta na vinda desses trabalhadores ao Brasil, mesmo tendo apresentado contratos com terceiros. Na prática, foi constatado vínculo direto com a montadora, conforme critérios da legislação trabalhista.

Também foram identificados indícios de fraude migratória para viabilizar a entrada dos trabalhadores sem registro adequado.

A fiscalização apontou uma série de irregularidades nos alojamentos e nas condições de trabalho. Os trabalhadores viviam em ambientes precários, sem estrutura mínima de higiene e segurança.

Entre os problemas identificados estavam a ausência de colchões, falta de armários, alimentação em condições insalubres e acesso limitado a banheiros — em um dos locais, havia apenas um sanitário para cada 31 pessoas.

Além disso, os trabalhadores cumpriam jornadas de pelo menos 10 horas diárias, sem descanso regular, e enfrentavam restrições de locomoção.

Os auditores classificaram o caso com base em três elementos principais: trabalho forçado, condições degradantes e jornada exaustiva.

TAC e outras inclusões na lista

Em janeiro deste ano, a BYD firmou um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público do Trabalho, no valor de R$ 40 milhões.

A atualização da lista também inclui outros empregadores, entre eles um cantor e empresário do setor agropecuário, autuado após fiscalização em 2024 por manter trabalhadores em condições irregulares. Segundo a assessoria, as obrigações previstas em acordo já foram cumpridas.

Tags: BahiaBYDDIREITOS TRABALHISTASfiscalizaçãoMinistério do TrabalhoTrabalho Escravo
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