Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

Bolsonaro concordou com plano para matar Lula, Alckmin e Moraes

Denúncia da PGR envolve outras 33 pessoas

Por Redação
19 de fevereiro de 2025 - 08:17
em Brasil

Marcos Correa / PR - 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Brasília – A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou o ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta participação em um plano para assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes. Segundo a acusação apresentada na noite desta terça-feira (18), Bolsonaro tinha conhecimento das ações e concordou com sua execução.

De acordo com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o plano, batizado de “Punhal Verde Amarelo”, foi concebido enquanto o Ministério da Defesa divulgava um relatório admitindo a inexistência de fraudes nas eleições de 2022. “O plano se desdobrava em minuciosas atividades, requintadas nas suas virtualidades perniciosas. Tinha no Supremo Tribunal Federal o alvo a ser “neutralizado”. Cogitava o uso de armas bélicas contra o ministro Alexandre de Moraes e a morte por envenenamento de Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou Gonet.

A denúncia da PGR envolve outras 33 pessoas, incluindo militares como Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro. Todos são acusados de crimes como golpe de Estado, organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

A investigação revelou que os conspiradores tinham planos concretos para impedir a posse de Lula. Um dos documentos apreendidos encerrava-se com a frase: “Lula não sobe a rampa”. Segundo a PGR, a execução da chamada “Operação Copa 2022” começou a ser implementada com ações de monitoramento dos alvos e preparativos para atentados. “O plano contemplava a morte dos envolvidos, admitindo-se meios como explosivos, instrumentos bélicos ou envenenamento”, aponta a denúncia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A acusação afirma ainda que, em 15 de dezembro de 2022, os operadores do plano estavam prontos para agir, mas não conseguiram apoio do comando do Exército para prosseguir. A fase mais violenta da conspiração teria sido iniciada em 9 de novembro daquele ano, quando o documento com os detalhes da operação foi impresso dentro do Palácio do Planalto pelo general Mário Fernandes, então assessor da Presidência. Ele teria levado o plano ao Palácio da Alvorada no mesmo dia.

A PGR sustenta que Bolsonaro acompanhava de perto os desdobramentos da conspiração. Um áudio de WhatsApp obtido pela Polícia Federal mostra o general Mário Fernandes relatando a Mauro Cid que esteve pessoalmente com Bolsonaro para discutir o momento ideal para a ação. “Durante a conversa que tive com o presidente, ele citou que o dia 12, pela diplomação do vagabundo, não seria uma restrição, que isso pode, que qualquer ação nossa pode acontecer até 31 de dezembro e tudo. Mas (…), ai na hora, eu disse, pô presidente, mas o quanto antes, a gente já perdeu tantas oportunidades.”, diz o trecho da gravação.

A denúncia destaca que a existência de monitoramento dos alvos reforça o conhecimento prévio de Bolsonaro e sua anuência ao plano. O STF agora analisará as acusações para decidir os próximos passos do processo.

Tags: Alexandre de MoraesatentadoBolsonaroGeraldo Alckmingolpe de EstadoLulaOperação Copa 2022organização criminosaPGRPunhal Verde AmSTF
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Fahur usa Trump para atacar eleição, chama presidente do TSE de “banana” e questiona limite da imunidade parlamentar
Brasil

Fahur usa Trump para atacar eleição, chama presidente do TSE de “banana” e questiona limite da imunidade parlamentar

Por Redação
5 de novembro de 2026 - 17:55
Brasil

Comércio e indústria vão ao STF para adiar transição do fim da escala 6×1

Por Redação
5 de novembro de 2026 - 11:38

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br