Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

“Banco do Pastor”: polícia investiga esquema que prometia rendimento de 10% ao mês a fiéis

Operação Golpe de Fé mira grupo suspeito de usar influência religiosa para captar investidores; prejuízo já identificado passa de R$ 1 milhão

Por Redação
18 de agosto de 2026 - 09:53
em Brasil
“Banco do Pastor”: polícia investiga esquema que prometia rendimento de 10% ao mês a fiéis

Roberto Vieira Soares é pastor da Igreja Apostólica Vida e Adoração — Foto: Reprodução

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta terça-feira (18) a Operação Golpe de Fé para investigar um suposto esquema de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro ligado a uma igreja evangélica de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

No centro da investigação está a Gal Invest Bank, plataforma que ficou conhecida entre investidores como “Banco do Pastor”. Segundo a polícia, pessoas eram atraídas pela promessa de rendimentos de aproximadamente 10% ao mês, percentual muito acima das aplicações financeiras convencionais.

O principal investigado é Roberto Vieira Soares, líder da Igreja Apostólica Vida e Adoração. De acordo com a investigação, ele teria se valido da posição religiosa e da relação de confiança estabelecida com fiéis e pessoas próximas para apresentar as aplicações e captar dinheiro.

Até agora, a polícia identificou pelo menos sete registros de ocorrência relacionados ao mesmo modelo de negócio. Somados, os prejuízos relatados chegam a aproximadamente R$ 1,11 milhão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação cumpre mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas em endereços do Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e Duque de Caxias, além da cidade de São Paulo.

Dinheiro teria passado por diferentes empresas

A investigação avançou para além das denúncias individuais e passou a rastrear o caminho percorrido pelo dinheiro.

Segundo os investigadores, havia divisão de funções entre pessoas responsáveis pela captação dos clientes, operadores financeiros e empresas utilizadas para receber e movimentar os recursos.

Parte do dinheiro teria sido direcionada para contas pessoais do principal investigado e para empresas ligadas a ele, entre elas negócios dos setores de construção civil, laboratório, consultoria contábil e pagamentos.

Uma das contas analisadas teria funcionado como intermediária na circulação dos recursos. Somente nela, os investigadores encontraram mais de R$ 5,4 milhões em operações registradas como estornos.

As autoridades também investigam a movimentação de mais de R$ 8 milhões entre 2022 e 2025 relacionada aos envolvidos. A Justiça autorizou medidas de bloqueio patrimonial para tentar preservar recursos que eventualmente possam ter origem nas operações investigadas.

Outro ponto que chamou a atenção foi a composição societária da empresa responsável pelo suposto banco digital. A companhia declarava capital social de R$ 5 milhões, embora, segundo a investigação, alguns dos sócios não apresentassem capacidade financeira compatível com os valores registrados.

A suspeita é de que pessoas possam ter sido utilizadas formalmente no quadro societário para esconder os verdadeiros controladores ou beneficiários das operações.

Família também aparece na investigação

A polícia apura ainda a participação de familiares do líder religioso. A mulher e o filho de Roberto Vieira Soares aparecem como sócios de empresas que, segundo os investigadores, teriam sido utilizadas para movimentar recursos e realizar saques de valores elevados em espécie.

As buscas realizadas nesta terça-feira procuram documentos, equipamentos eletrônicos e outros elementos capazes de esclarecer como funcionava a captação e para onde foi enviado o dinheiro dos investidores.

Os envolvidos são investigados por crimes como estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro. A apuração continua para identificar outras possíveis vítimas, novos participantes do esquema e patrimônio que possa ter sido adquirido com os recursos investigados.

Tags: Banco do PastorGolpes financeiroslavagem de dinheiroNiteróiOperação Golpe de Fépirâmide financeiraPolícia Civil
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Marina Silva sofre tentativa de agressão durante ato de campanha em São Paulo
Brasil

Marina Silva sofre tentativa de agressão durante ato de campanha em São Paulo

Por Redação
18 de agosto de 2026 - 12:56
Minas resgata mais de 5,6 mil trabalhadores em condições análogas à escravidão em 13 anos
Brasil

Minas resgata mais de 5,6 mil trabalhadores em condições análogas à escravidão em 13 anos

Por Redação
18 de agosto de 2026 - 08:02

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br