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Home Saúde

Anvisa autoriza estudo clínico de medicamento nacional para lesão medular aguda

Pesquisa vai avaliar a segurança da polilaminina em pacientes com trauma raquimedular recente

Por Redação
6 de janeiro de 2026 - 09:57
em Saúde
Anvisa autoriza estudo clínico de medicamento nacional para lesão medular aguda

Crédito: Valter Campanato | ABR

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de um estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, lesão que afeta a medula espinhal ou a coluna vertebral. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (5) e marca o avanço de uma pesquisa desenvolvida integralmente no Brasil.

O aval da Anvisa permite o início da fase clínica do estudo, que envolve pacientes voluntários e busca verificar se a aplicação da substância é segura, etapa considerada fundamental antes da ampliação das pesquisas e de eventuais testes de eficácia.

O trauma raquimedular é uma condição grave, geralmente causada por acidentes ou quedas, que pode resultar em perda parcial ou total dos movimentos e da sensibilidade. Atualmente, as opções terapêuticas são limitadas, e não há medicamentos capazes de promover a regeneração efetiva da medula espinhal, o que torna a pesquisa relevante do ponto de vista científico e social.

No anúncio oficial, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância do estudo para pacientes e familiares. “Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, afirmou.

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A polilaminina é considerada uma inovação com tecnologia 100% nacional. Os estudos são conduzidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sob a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.

Segundo o ministro da Saúde, os testes pré-clínicos já apresentaram resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta primeira fase, o estudo será realizado com cinco pacientes voluntários que tenham lesão aguda da medula espinhal torácica, entre as vértebras T2 e T10.

Os participantes devem ter indicação cirúrgica ocorrida em até 72 horas após a lesão. Os centros onde o estudo será realizado ainda serão definidos pela empresa responsável. Ao longo da estruturação do projeto, o Ministério da Saúde financiou etapas da pesquisa básica.

Para o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a autorização recebeu prioridade por se tratar de uma pesquisa de alto interesse público. “Uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e a saúde do nosso país”, afirmou.

Com a liberação do estudo clínico, o Brasil passa a avançar para uma etapa decisiva no desenvolvimento de um possível tratamento inovador para lesões medulares. Caso a segurança seja confirmada, novas fases poderão ser autorizadas, ampliando o número de participantes e aprofundando a avaliação dos benefícios terapêuticos.

A polilaminina é uma proteína presente em diversos animais, inclusive nos seres humanos. O estudo tem como foco principal avaliar a segurança da aplicação do medicamento e identificar possíveis riscos associados ao uso. A empresa patrocinadora será responsável por coletar, monitorar e analisar todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a proteção dos participantes ao longo da pesquisa.

Tags: Anvisaciência brasileiralesão medularpesquisa clínicapolilamininatrauma raquimedularUFRJ
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