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Home Notícias Brasil

Biometria será utilizada nas eleições de 2026, mas não é obrigatória para votar

Justiça Eleitoral usará identificação biométrica em todas as seções eleitorais; eleitores sem cadastro ou com falha na leitura poderão votar normalmente

Por Redação
28 de julho de 2026 - 08:12
em Brasil
Biometria será utilizada nas eleições de 2026, mas não é obrigatória para votar

Foto: Rovena Rosa/ABR

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A biometria voltará a ser utilizada em todas as seções eleitorais do país nas eleições de 2026 como uma das principais ferramentas de identificação dos eleitores. O sistema permite confirmar a identidade do votante por meio da impressão digital, reforçando a segurança do processo eleitoral e reduzindo o risco de fraudes.

Apesar de ser adotada em todo o território nacional, a identificação biométrica não é obrigatória para que o cidadão exerça o direito ao voto. Quem estiver com o título eleitoral regular poderá votar normalmente, mesmo sem ter realizado o cadastramento biométrico.

Nesses casos, bastará apresentar um documento oficial de identificação com foto para que a mesa receptora confirme a identidade do eleitor antes da liberação da urna eletrônica.

Falha na biometria não impede o voto

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta que, caso a urna eletrônica não reconheça a impressão digital do eleitor, o direito ao voto será preservado.

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Inicialmente, a leitura biométrica poderá ser repetida até quatro vezes. Se a identificação continuar sem sucesso, os mesários realizarão a conferência dos dados cadastrais por outros meios, utilizando as informações constantes no cadastro eleitoral.

Confirmada a identidade, o eleitor poderá votar normalmente, assinando o caderno de votação ou registrando a impressão digital, caso não saiba assinar.

Segundo a Justiça Eleitoral, esse procedimento garante que eventuais falhas na leitura da biometria não impeçam a participação do cidadão nas eleições.

Sistema reforça segurança das eleições

A biometria começou a ser utilizada pela Justiça Eleitoral em 2008, com o objetivo de impedir que uma pessoa vote no lugar de outra e aumentar a confiabilidade da identificação dos eleitores.

Além da autenticação no momento da votação, o cruzamento das impressões digitais permite ao TSE identificar eventuais registros duplicados no cadastro eleitoral, contribuindo para manter o banco de dados atualizado e reduzir inconsistências.

Atualmente, a biometria é considerada uma das principais camadas de segurança do sistema eleitoral brasileiro.

Prazo para cadastrar biometria terminou em maio

Os eleitores que ainda não realizaram o cadastramento biométrico já não conseguirão incluir seus dados para utilização nas eleições deste ano.

O prazo para atualização do cadastro eleitoral foi encerrado em maio de 2026, conforme determina o calendário da Justiça Eleitoral.

Quem ainda não possui biometria cadastrada poderá procurar um cartório eleitoral após o encerramento das eleições para realizar o procedimento.

Como é feito o cadastro biométrico

Durante o atendimento na Justiça Eleitoral, são coletadas a fotografia do eleitor, as impressões digitais de todos os dedos das mãos e a assinatura.

Essas informações passam a integrar o cadastro eleitoral e são utilizadas exclusivamente para confirmar a identidade do eleitor e aumentar a segurança do processo de votação.

Segundo o TSE, o uso da biometria representa mais uma ferramenta para garantir a lisura das eleições, sem restringir o direito de voto daqueles que ainda não realizaram o cadastramento.

Tags: biometriaeleições 2026EleitorJustiça EleitoralTítulo EleitoralTSEUrna EletrônicaVotação
Redação

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