Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Brasil

Vorcaro nega ‘A Turma’ e diz que mensagens sobre ameaças eram desabafos

Ex-dono do Master reconheceu relação com homem chamado de “Sicário”, mas disse que contrato era para segurança digital; pai negou comandar grupo e atribuiu pagamentos investigados a negócios imobiliários

Por Redação
1 de outubro de 2026 - 08:10
em Brasil
PF rejeita delação de Daniel Vorcaro e amplia pressão sobre banqueiro do caso Master

Divulgação: SAP-SP

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Daniel Vorcaro e o pai, Henrique Vorcaro, negaram à Polícia Federal (PF) participação em uma estrutura organizada conhecida como “A Turma” e apresentaram explicações para mensagens, pagamentos e relações pessoais que levaram os investigadores a apontar a existência de um grupo voltado a ações de inteligência, intimidação e ataques digitais.

Os dois foram interrogados nesta quarta-feira (30), em uma das etapas finais do inquérito. Daniel prestou depoimento por videoconferência e, segundo sua defesa, respondeu a todas as perguntas.

O ex-dono do Banco Master afirmou não conhecer “A Turma” ou “Os Meninos” como grupos organizados e negou ter determinado atos de violência, perseguição, intimidação ou ameaça contra adversários, ex-funcionários ou outras pessoas.

A versão confronta a interpretação da PF sobre mensagens e outros dados obtidos durante a investigação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os investigadores, “A Turma” seria utilizada para levantamento de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas desafetos, enquanto “Os Meninos” atuariam em invasões e ataques digitais.

Daniel e Henrique negam essa interpretação.

Vorcaro admite relação com “Sicário”

Durante o depoimento, Daniel reconheceu conhecer Luiz Phillipi Mourão, identificado nas mensagens como “Sicário” e apontado pela investigação como um dos principais personagens da estrutura.

Vorcaro afirmou, porém, que a relação era profissional.

Segundo a versão apresentada à PF, Mourão mantinha um “contrato formal e lícito de prestação de serviços de inteligência e segurança digital”.

Daniel disse não conhecer os demais integrantes apontados pela investigação e negou ter repassado ordens para ações ilegais.

Uma das questões enfrentadas no interrogatório envolveu mensagens encontradas nos celulares apreendidos.

Em conversas já reveladas pela investigação, Daniel aparece pedindo um “levantamento de tudo” sobre um ex-funcionário e seus familiares e afirmando que integrantes da estrutura “teriam que ir pra cima”.

A defesa sustentou à PF que mensagens desse tipo eram desabafos feitos em momentos de indignação e não resultaram em atos de violência.

Os advogados também apresentaram conversas completas para contestar a interpretação dada a alguns diálogos. Em um dos episódios tratados como possível intimidação, a defesa sustenta que Daniel seria, na verdade, vítima de uma tentativa de extorsão.

Pai nega comandar grupo

Henrique Vorcaro também negou ter comandado “A Turma” ou funcionado como responsável por transmitir ordens do filho.

A PF atribui ao pai do banqueiro um papel relevante na movimentação financeira ligada às pessoas investigadas.

Henrique reconheceu relações com Phillipi Mourão, Manolo e Marilson Roseno, nomes associados pelos investigadores à estrutura, mas afirmou que os vínculos eram exclusivamente comerciais.

Segundo ele, os negócios envolviam terrenos e empreendimentos imobiliários no Rio de Janeiro e em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Essa é também a explicação apresentada para mensagens em que aparecem cobranças e referências a pagamentos.

“Manada de búfalo” e pagamentos são investigados

Uma sequência de mensagens encontrada pela PF envolve Henrique Vorcaro e Marilson Roseno.

Nas conversas, Roseno cobra pagamentos e afirma estar “segurando uma manada de búfalo”. Em determinado momento, Henrique responde que enviaria “400”, enquanto Roseno menciona “800k”.

Os investigadores relacionam as referências a valores de R$ 400 mil e R$ 800 mil e analisam se os pagamentos teriam sido utilizados para financiar as atividades do grupo.

Henrique apresentou outra explicação: segundo ele, as conversas tratavam de cobranças relacionadas a negócios imobiliários.

A diferença entre as duas versões está entre os pontos que a PF deverá confrontar com extratos, documentos, registros telefônicos e demais provas reunidas durante o inquérito.

PF investiga ordens contra desafetos

As mensagens apreendidas são parte central da investigação.

Em uma delas, Daniel teria pedido informações sobre um ex-funcionário, incluindo familiares. Em outros diálogos, aparecem referências a ações contra pessoas que mantinham conflitos comerciais ou pessoais com integrantes do grupo.

A investigação procura determinar se essas conversas ficaram apenas no campo das ameaças e manifestações privadas ou se resultaram em monitoramentos, invasões digitais, intimidações ou outras ações.

Daniel afirmou no depoimento que jamais ordenou violência contra terceiros.

A defesa também sustenta que trechos das mensagens foram interpretados fora de contexto e que a análise integral das conversas demonstra que não existia uma organização criminosa voltada a esse tipo de atividade.

Vorcaro também falou sobre viagem em jato

Outro assunto abordado no depoimento foi a viagem que Daniel pretendia realizar quando foi preso antes de embarcar em um avião particular.

A PF investigou se havia intenção de deixar o país para escapar das investigações.

Vorcaro negou.

Segundo a defesa, a viagem havia sido previamente comunicada às autoridades e existiam plano de voo, reservas de hotel e salas para reuniões profissionais no exterior.

Os advogados apresentaram esses elementos para sustentar que não havia tentativa de fuga.

Depoimentos entram na reta final do inquérito

Os interrogatórios de Daniel e Henrique estavam entre as diligências aguardadas antes da conclusão do inquérito sobre “A Turma” e “Os Meninos”.

Agora, a PF poderá confrontar as versões apresentadas por pai e filho com as mensagens extraídas dos aparelhos, movimentações financeiras e depoimentos de outros investigados.

A defesa de Daniel afirmou após o interrogatório que ele respondeu a todos os questionamentos e considera que conseguiu esclarecer os episódios investigados.

Henrique também nega envolvimento em atividades criminosas e sustenta que suas relações com os personagens citados pela PF decorreram de negócios privados.

A investigação deverá definir se as explicações apresentadas são compatíveis com o conjunto de provas reunido no inquérito antes do envio das conclusões às autoridades responsáveis pelo caso.

Tags: A TurmaAndré MendonçaBanco MasterDaniel VorcaroHenrique VorcaroinvestigaçãoLuiz Phillipi MourãoMarilson RosenoOs MeninosPolícia FederalSicário
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Brasil

TSE mantém retirada de posts sobre Nossa Senhora, mas limita alcance da decisão

Por Redação
1 de outubro de 2026 - 09:49
Dólar fecha no menor valor em mais de um mês com alta do petróleo e juros elevados no Brasil
Brasil

Um terço das emendas Pix para obras não informa onde dinheiro será aplicado, aponta estudo

Por Redação
1 de outubro de 2026 - 09:38

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br