Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Saúde

SUS passa a oferecer novo teste para rastreamento do câncer colorretal

Exame detecta sangue oculto nas fezes e será destinado a homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas; procedimento poderá ampliar prevenção e diagnóstico precoce

Por Redação
10 de agosto de 2026 - 11:19
em Saúde
Saúde cria comitê para negociar preços e ampliar acesso a medicamentos de alto custo no SUS

Foto: Fernando Frazão / ABR

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Sistema Único de Saúde (SUS) passa a contar, a partir desta segunda-feira (10), com o teste imunoquímico fecal (FIT) entre os procedimentos disponíveis para o rastreamento do câncer colorretal. O exame permite identificar pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes e será utilizado na tentativa de detectar precocemente alterações que podem estar relacionadas à doença.

A incorporação foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União. Pelas regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde, o exame será destinado ao rastreamento de homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos, devendo ser realizado a cada dois anos.

A medida pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à identificação precoce do câncer colorretal.

O Ministério da Saúde ressalta, entretanto, que o FIT não será utilizado para investigação diagnóstica de pacientes que já apresentam sintomas ou possuem suspeita clínica de câncer. Nesses casos, a avaliação médica deve definir os exames adequados para cada situação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como funciona o novo teste

O FIT é um exame capaz de detectar quantidades muito pequenas de sangue presentes nas fezes que não podem ser percebidas a olho nu.

A presença desse sangue pode estar relacionada a pólipos, lesões pré-cancerígenas, câncer ou outras alterações do sistema digestivo.

Diferentemente de métodos mais antigos utilizados para pesquisar sangue oculto nas fezes, o FIT emprega anticorpos específicos para detectar sangue humano. Segundo o Ministério da Saúde, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.

O procedimento também é relativamente simples.

O paciente recebe um kit e realiza a coleta de uma amostra das fezes em casa. Posteriormente, o material é encaminhado para análise laboratorial.

Entre as vantagens apontadas pelo Ministério da Saúde estão a ausência de necessidade de preparo intestinal ou dieta restritiva antes da coleta, a possibilidade de realização com apenas uma amostra e o caráter menos invasivo do procedimento.

Essas características também podem facilitar a adesão da população ao rastreamento periódico.

Resultado positivo não significa diagnóstico de câncer

Um ponto importante é que a presença de sangue oculto identificada pelo FIT não representa, por si só, um diagnóstico de câncer colorretal.

Caso o exame apresente resultado positivo, o paciente deverá ser encaminhado para investigação complementar.

A colonoscopia permanece como um dos principais exames para avaliação do intestino. O procedimento permite ao médico observar diretamente o cólon e o reto e também possibilita a retirada de pólipos durante sua realização.

A remoção dessas alterações pode impedir que algumas delas evoluam posteriormente para câncer.

O novo teste funciona, portanto, como uma ferramenta de rastreamento para selecionar pessoas que precisam passar por uma investigação mais detalhada.

Câncer colorretal está entre os mais frequentes no Brasil

A ampliação do rastreamento ocorre diante da elevada incidência da doença no país.

Excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer colorretal é atualmente o segundo tipo de câncer mais frequente entre os brasileiros.

De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deverá registrar cerca de 53,8 mil novos casos por ano durante o triênio 2026-2028.

O câncer colorretal se desenvolve no cólon ou no reto e parte dos casos pode surgir a partir de pólipos, alterações inicialmente benignas que podem sofrer transformações ao longo do tempo.

Por essa razão, o rastreamento de pessoas que ainda não apresentam sintomas é considerado uma estratégia importante para encontrar lesões em fases iniciais.

Quem poderá fazer o FIT pelo SUS

De acordo com as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde, o novo rastreamento será direcionado a:

  • homens e mulheres;
  • pessoas entre 50 e 75 anos;
  • pacientes que não apresentam sintomas;
  • realização do teste a cada dois anos.

Pessoas que apresentem sintomas ou tenham suspeita clínica da doença não devem aguardar o rastreamento periódico. Nesses casos, é necessária avaliação pelos serviços de saúde para definição da investigação adequada.

A inclusão do FIT na tabela de procedimentos do SUS integra o novo protocolo de rastreamento do câncer colorretal anunciado pelo Ministério da Saúde e amplia a estratégia de diagnóstico precoce de uma das doenças oncológicas mais frequentes no país.

Tags: câncer colorretalcâncer de intestinocolonoscopiaIncaMinistério da Saúdeprevençãosangue oculto nas fezessaúdeSUSteste FIT
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Saúde

Dois novos casos de remissão do HIV elevam para 13 os registros no mundo após transplante de células-tronco

Por Redação
29 de julho de 2026 - 15:51
Anvisa aprova cinco novas canetas de semaglutida para tratamento do diabetes tipo 2
Saúde

Anvisa aprova cinco novas canetas de semaglutida para tratamento do diabetes tipo 2

Por Redação
29 de julho de 2026 - 14:08

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br