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Home Saúde

Surto de Dengue, Zika e Chikungunya coloca em risco gestantes e reacende alerta sobre microcefalia

Em Itabira, Liraa aponta índice de 7,2% de infestação predial, bem acima o valor aceitável pelo Ministério da Saúde que é 1%

Por Redação
10 de abril de 2025 - 11:49
em Saúde

Flavio Carvalho / WMP Brasil / Fiocruz - 

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Itabira (MG) – As chuvas e alta temperatura tem contribuído para o aumento de casos de dengue, zika e chikungunya em diversas regiões do país. A situação preocupa especialistas da área de saúde, principalmente pelos riscos que essas doenças representam para gestantes. Além disso, o aumento dos casos de zika reacende o alerta sobre os efeitos devastadores do vírus em bebês, lembrando o surto de 2015, quando centenas de crianças nasceram com microcefalia.

As mulheres grávidas fazem parte do grupo de risco para complicações de arboviroses. No caso da dengue, a gestação pode aumentar a chance de quadros mais graves, levando a complicações como desidratação severa, hemorragias e até parto prematuro. Estudos mostram que grávidas infectadas pela dengue têm cinco vezes mais chances de desenvolver sintomas severos e maior risco de hospitalização.

No caso da chikungunya, a preocupação se volta para a transmissão vertical, que pode ocorrer principalmente no período periparto, quando o vírus pode ser passado para o bebê durante o nascimento. Os recém-nascidos infectados podem apresentar complicações neurológicas e outras sequelas graves.

Já a infecção pelo zika vírus é considerada a mais perigosa para gestantes, devido à sua associação com a Síndrome Congênita do Zika (SCZ). Quando uma mulher contrai o vírus durante a gravidez, há risco de que o bebê desenvolva malformações neurológicas, sendo a microcefalia a mais conhecida.

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Geração afetada pelo surto de microcefalia de 2015

A primeira geração de crianças nascidas com microcefalia devido ao surto de zika em 2015 está chegando à pré-adolescência, com cerca de 10 anos de idade. Apenas uma minoria sobreviveu ao primeiro ano de vida. As sequelas da Síndrome Congênita do Zika (SCZ) comprometem o tamanho da cabeça e a formação de neurônios, resultando em dificuldades motoras, cognitivas e de desenvolvimento. Essas crianças exigem acompanhamento médico e terapêutico constante, enfrentando desafios significativos no dia a dia.

Daí a importância de um maior cuidado durante a gravidez. Especialistas alertam que uma nova epidemia pode representar um risco semelhante caso o zika vírus volte a circular com força. Com as gestantes entre os grupos mais vulneráveis, a preocupação com novos casos de microcefalia aumenta.

Como se proteger?

A melhor forma de prevenção contra dengue, zika e chikungunya continua sendo o combate ao mosquito Aedes aegypti. Algumas medidas essenciais incluem:

  • • Eliminação de criadouros do mosquito, evitando acúmulo de água parada;
  • • Uso de telas e mosquiteiros em janelas e portas;
  • • Aplicação de repelentes recomendados para gestantes, conforme orientação da Anvisa;
  • • Uso de roupas compridas para minimizar a exposição ao mosquito.

Com o aumento das arboviroses e os riscos especialmente altos para grávidas, especialistas reforçam a necessidade de vigilância e prevenção. O Brasil já enfrentou uma crise de saúde pública em 2015 com o surto de microcefalia, e o temor é que a história possa se repetir se medidas de controle não forem intensificadas.

Em Itabira índice de infestação chega a 7,2% e preocupa população

O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti em Itabira (MG) cresceu de forma alarmante e já é quatro vezes maior do que o registrado no último levantamento. Dados do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (Liraa) de 2025, divulgados pela Prefeitura de Itabira, apontam um índice de Infestação Predial (IP) de 7,2%, colocando o município em alto risco de surto de dengue, chikungunya e zika. Em outubro do ano passado, o índice era de 1,8%.

Segundo a classificação do Ministério da Saúde, valores acima de 4% indicam risco elevado para epidemias.

No bairro Gabiroba, moradores ouvidos pela reportagem denunciam ausência de agentes de combate às endemias (ACE). Segundo eles, desde que Marco Antônio Lage (PSB) assumiu a prefeitura, em janeiro de 2021, houve uma redução notável desses agentes nas ruas.

Embora a prefeitura de Itabira tenha divulgado a realização de mutirões, entre 2021 e 2024, apenas seis visitas foram confirmadas na residência da morada que fez a denúncia.

>> LEIA TAMBÉM: Infestação por Aedes aegypti cresce quatro vezes em Itabira e acende alerta

Tags: Aedes aegyptiarbovirosesBrasilchikungunyadenguegestantesmicrocefaliaprevençãosurtozika
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