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Home Colunas

Prefeito Valente

Por Redação
2 de dezembro de 2014 - 14:31
em Colunas
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Em uma cidade pacata do interior, vivia um povo em plena harmonia, todos se conheciam e se respeitavam. A economia era forte e se sustentava no minério de ferro, comércio e agropecuária. O cristianismo era a religião predominante, embora houvessem outras crenças e adeptos dos deuses gregos. Conta-se que a cidade sempre foi administrada por homens sábios que cultivavam a história, respeitavam os costumes e crenças. Mas a paz foi quebrada depois que elegeram para prefeito um homem valente, de poucos amigos que assumiu o comando da cidade e instalou o desrespeito. Ele criticava a população e a responsabilizava por tudo de errado que acontecia. O tempo foi passando e o prefeito ganhando confiança e ficando cada vez mais ousado. Então, passou a se portar como dono do município, impondo suas próprias regras e administrando ao seu modo. O povo queria que as obras públicas fossem distribuídas por meio de licitações, pois acreditavam que assim diminuiria a corrupção que tanto sufocava o município, mas em licitação pública não se falava mais e as poucas vezes que acontecia era "conversa pra boi dormir", pois independentemente de quem vencia, a decisão era do prefeito.

Na cidade, apesar da maioria cristã, ainda havia muita crença nos deuses gregos e Theo era o mais venerado, mas o prefeito descrente não respeitava nada, as leis eram ignoradas e ninguém podia questioná-lo. O tempo foi passando, a cidade a cada dia mais endividada e aos habitantes restava torcer para que o mandato do prefeito terminasse logo.

Foram quatro longos anos de sofrimento, os serviços públicos não funcionavam, faltava tudo, nos postos não haviam médicos nem remédios, nas escolas faltavam professores e até merenda. Nas ruas apenas a guarda do mandatário era vista para reprimir quem ousasse reclamar do prefeito. Até o Papai Noel foi preso! Pobre velhinho…

As crianças não brincavam mais nas praças, as noites eram frias e o vento que tocava as janelas era apavorante. Mesmo assim o povo mantinha as esperanças e as vezes reuniam-se para contar os dias que eram longos, sofridos. Queriam que acabasse logo o pesadelo. Enquanto isso, os defensores do governo desfilavam em carruagens, carros importados e muitas festas regadas a Macallan 55, Dalmore 62 e Glenfiddich. A riqueza proporcionada pelo poder não os permitia ver que aquilo era como um sonho e que ao despertar, tornar-se-ia um pesadelo. Mas é como disse o sábio, "o poder emana do povo e ao povo pertence".

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Na casa de valente, até os cachorros são bravos e nela nem mesmo os deuses gregos são poupados. Acredite, até Theo apanhou.

Redação

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