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Home Notícias Economia

Exportações para a China crescem e compensam impacto do tarifaço dos EUA

Avanço das vendas ao mercado chinês neutraliza queda nas exportações brasileiras para os Estados Unidos, aponta estudo da FGV

Por Redação
18 de dezembro de 2025 - 16:59
em Economia

Divulgação | Governo Federal 

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O aumento das exportações brasileiras para a China foi decisivo para compensar as perdas provocadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, em vigor desde agosto, que aplicou sobretaxas de até 50% sobre produtos brasileiros. A constatação é do Indicador de Comércio Exterior (Icomex), divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Entre agosto e novembro, o valor das exportações brasileiras destinadas à China cresceu 28,6% em relação ao mesmo período de 2024. No sentido oposto, as vendas para os Estados Unidos recuaram 25,1%. O comportamento se repete no volume exportado: alta de 30% para o mercado chinês e queda de 23,5% para o mercado americano.

Segundo o estudo, a diferença entre a variação em valor e em volume está relacionada aos preços dos produtos exportados, além da composição da pauta comercial.

A China segue como principal parceiro comercial do Brasil, absorvendo cerca de 30% das exportações nacionais, à frente dos Estados Unidos. Para o Icomex, esse peso foi fundamental para amortecer os efeitos do tarifaço norte-americano.

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“Trump superestimou a capacidade dos Estados Unidos em provocar danos gerais às exportações brasileiras”, afirma o relatório.

Setores mais afetados pelo tarifaço

Os segmentos que registraram as maiores quedas nas exportações para os Estados Unidos, no período de agosto a novembro, foram:

  • Extração de minerais não metálicos: -72,9%

  • Fabricação de bebidas: -65,7%

  • Fabricação de produtos do fumo: -65,7%

  • Extração de minerais metálicos: -65,3%

  • Produção florestal: -60,2%

  • Produtos de metal (exceto máquinas e equipamentos): -51,2%

  • Produtos de madeira: -49,4%

Mudança de rota ao longo do ano

O levantamento da FGV mostra que, antes da entrada em vigor do tarifaço, as exportações para os Estados Unidos vinham em trajetória de crescimento. A reversão ocorreu a partir de agosto.

Variação do volume exportado para os EUA em 2025 (comparação com 2024):

  • Abril: +13,3%

  • Maio: +9%

  • Junho: +8,5%

  • Julho: +6,7%

  • Agosto: -12,7%

  • Setembro: -16,6%

  • Outubro: -35,3%

  • Novembro: -28%

Já as exportações para a China aceleraram fortemente no segundo semestre:

  • Abril: +6,4%

  • Maio: +8,1%

  • Junho: +10,3%

  • Julho: -0,3%

  • Agosto: +32,7%

  • Setembro: +15,2%

  • Outubro: +32,7%

  • Novembro: +42,8%

A pesquisadora Lia Valls, associada do Ibre/FGV, destaca que o aumento dos embarques de soja, concentrados no segundo semestre, ajudou a impulsionar as exportações para a China.

“Na hora que está caindo a exportação para os Estados Unidos, foi o momento que começou a aumentar mais a exportação para a China, com impacto direto na exportação global do país”, explicou.

No acumulado de janeiro a novembro, as exportações totais do Brasil cresceram 4,3% em relação ao mesmo período de 2024.

Desempenho da Argentina

O Icomex também analisou as exportações para a Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil. Entre agosto e novembro, as vendas para o país cresceram 5% em valor e 7,8% em volume.

Apesar do resultado positivo, Lia Valls avalia que o impacto argentino é limitado.

“A participação da Argentina na pauta brasileira é muito pequena. A Argentina é muito focada na exportação de automóveis, e o Brasil praticamente não exporta automóveis para os Estados Unidos”, afirmou.

Entenda o tarifaço

O tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em vigor em agosto de 2025. Além do discurso de proteção à indústria americana, Trump chegou a afirmar que as tarifas aplicadas ao Brasil também tinham caráter de retaliação política, em razão do tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, posteriormente condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Desde então, os governos do Brasil e dos Estados Unidos mantêm negociações para reduzir os impactos das medidas. No último dia 20, Trump retirou uma sobretaxa adicional de 40% sobre 269 produtos, sendo 249 do setor agropecuário, como carnes e café.

Segundo o Icomex, os efeitos dessa decisão só devem aparecer nos dados de dezembro e janeiro. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, estima que 22% das exportações brasileiras para os EUA ainda seguem sujeitas às sobretaxas.

Tags: ChinaEstados Unidosexportações brasileirasFGVIcomextarifaço
Redação

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