Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Empresas de alto crescimento empregavam 5 milhões de pessoas em 2013, diz IBGE

Por Redação
18 de novembro de 2015 - 11:02
em Economia
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2013, havia no Brasil 33.374 empresas de alto crescimento, que ocupavam quase 5 milhões de pessoas assalariadas e pagavam R$ 107,5 bilhões em salários e outras remunerações, mostra pesquisa de empreendedorismo elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Instituto Empreender Endeavor Brasil.

Empresas de alto crescimento são as que aumentaram em pelo menos 20% ao ano o número de empregados, por um período de três anos consecutivos, e que tinham 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação.

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Isabella Nunes, embora as empresas de alto crescimento representem parcela pequena do total das empresas com pelo menos um vínculo empregatício, elas respondem por 42% dos novos empregos. A coordenadora informou, ainda, que o retrato de 2013 mostra que o conjunto de empresas de alto crescimento somava 33.374 empresas e 52,4% delas correspondiam a empresas com até 49 pessoas ocupadas. 

O estudo indicou também que a maior parte das empresas se encontra no setor de serviços e cerca da metade se localiza na Região Sudeste. “É natural porque é região com mais densidade de empresas, especialmente de alto crescimento”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estudo indicou ainda que a média salarial das pessoas empregadas é 2,5 salários mínimos, no biênio 2012/2013, o que representou queda na comparação com o ano de 2011, quando era 2,7 salários mínimos. Já nas empresas multilocalizadas, ou seja, com representações em mais de uma cidade,  a média é 2,8 salários mínimos. O setor de eletricidade e gás foi o que apresentou a maior média salarial entre as empresas de alto crescimento em 2013 (9,6 salários mínimos), seguido de indústrias extrativas (7,5 salários mínimos), de atividades financeiras, de seguros e de serviços relacionados (5,1 salários mínimos).

Segundo a pesquisa, a participação das empresas de alto crescimento equivalia, em 2013, a 0,7% do total de empresas ativas na economia e a 7% do total delas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas. Entre 2010 e 2013,elas apresentaram um crescimento de 172% no pessoal ocupado e geraram 3,1 milhões de novos postos de trabalho, o equivalente a 42% das vagas criadas pelo conjunto de empresas ativas com ao menos uma pessoa ocupada assalariada e 91,9% dos postos gerados em empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas.

Em 2013, em comparação a 2012, houve uma redução de 5,2% no número de empresas de alto crescimento total. Houve também diminuição de 5,8% no pessoal ocupado assalariado e de 1,1 % nos salários e outras remunerações pagas, em valores nominais.

Quanto à distribuição entre os setores, a área de construção (10,5%) foi a que apresentou a maior proporção de empresas de alto crescimento no total de empresa ativas com 10 ou mais pessoas assalariadas, embora em termos absolutos o maior número de empresas de alto crescimento esteja nos serviços (9.948).

Em 2013, as empresas ativas com 10 ou mais assalariados geraram R$ 1,789 trilhões em valor adicionado bruto, sendo que as de alto crescimento foram responsáveis por R$ 264,1 bilhões, 14,8% desse total. Em relação à receita líquida, as empresas de alto crescimento responderam por R$ 861,4 bilhões, 14,2% do total de R$ 6.055 bilhões de receita líquida gerada por aquelas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas.

Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Economia

Receita Federal paga nesta terça maior lote de restituição da história do Imposto de Renda

Por Redação
30 de junho de 2026 - 11:16
IGP-M fica negativo em junho puxado por queda de combustíveis, minério e café
Economia

IGP-M fica negativo em junho puxado por queda de combustíveis, minério e café

Por Redação
29 de junho de 2026 - 11:26

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br