Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Internacional

Derrotado no Brasil e nos EUA, Trump vê influência política encolher em dez dias

Pressão sobre o Brasil não impediu vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro; agora, democratas tomam Congresso e governos estaduais e reduzem poder do presidente americano

Por Redação
4 de novembro de 2026 - 16:04
em Internacional

Divulgação / White House

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A derrota sofrida por Donald Trump nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos ocorre apenas dez dias depois de Luiz Inácio Lula da Silva vencer a eleição presidencial brasileira em uma disputa que também teve forte presença do governo americano.

Durante mais de um ano, Trump utilizou tarifas, sanções e declarações públicas para pressionar autoridades brasileiras em defesa de Jair Bolsonaro. Mesmo assim, Lula derrotou Flávio Bolsonaro por 4.430.191 votos no segundo turno realizado em 25 de outubro.

Agora, o presidente americano enfrenta uma derrota eleitoral dentro do próprio país.

Os democratas conquistaram o controle da Câmara dos Representantes e do Senado e avançaram também nos governos estaduais. Em 2027, o partido terá pelo menos 28 dos 50 governadores, alcançando maioria entre os estados pela primeira vez em duas décadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado mostra uma perda de força política de Trump em diferentes níveis. Além de perder o controle do Congresso, o Partido Republicano foi derrotado em estados que tradicionalmente votavam com a legenda e em outros que haviam sido conquistados por Trump na eleição presidencial de 2024.

No Brasil, a tentativa de pressão externa também não produziu o resultado esperado.

Lula foi reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro terminou com 59.826.041 votos, ou 48,21%.

Tarifas e sanções foram usadas para pressionar o Brasil

A atuação de Trump sobre questões internas brasileiras ficou explícita em julho de 2025.

O governo americano aplicou uma tarifa adicional de 40% sobre determinados produtos brasileiros, elevando a taxação total para 50%. No documento oficial que justificou a medida, a Casa Branca citou diretamente o tratamento dado a Jair Bolsonaro pelo Judiciário brasileiro.

Na mesma data, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, utilizando a Lei Magnitsky.

O próprio comunicado oficial americano relacionou a decisão aos processos que envolviam Jair Bolsonaro.

Trump também havia pedido publicamente que as autoridades brasileiras deixassem Bolsonaro “em paz” e defendido o encerramento dos processos contra o ex-presidente.

As medidas provocaram uma crise diplomática e comercial entre os dois países e foram interpretadas pelo governo brasileiro como tentativa de interferência em questões internas.

Apesar da pressão, Jair Bolsonaro foi condenado, e a eleição presidencial brasileira terminou com a vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro.

Democratas avançam até em redutos republicanos

Nos Estados Unidos, a derrota republicana foi além do Congresso.

Os democratas conquistaram governos estaduais em Texas, Georgia, Iowa e Ohio, estados onde os republicanos mantinham forte presença política.

No Texas, Gina Hinojosa derrotou o governador republicano Greg Abbott e tornou-se a primeira mulher latina a comandar o estado. Nenhum democrata era eleito para um cargo estadual no Texas desde 1994.

Na Georgia, Keisha Lance Bottoms foi eleita governadora e se tornou a primeira mulher negra escolhida para governar um estado americano.

Os democratas também venceram em todos os seis estados considerados decisivos na eleição presidencial de 2024: Arizona, Georgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin.

Em Nevada, Aaron Ford derrotou o governador republicano Joe Lombardo. Na Pensilvânia, Josh Shapiro foi reeleito. Katie Hobbs venceu novamente no Arizona, enquanto Jocelyn Benson conquistou o governo de Michigan e David Crowley venceu em Wisconsin.

Com os resultados, os democratas passarão a governar pelo menos 28 estados e praticamente todos os estados mais populosos do país, com exceção da Flórida.

Derrota limita poder de Trump

A perda simultânea da Câmara, do Senado e de governos estaduais altera o cenário político dos dois últimos anos do mandato de Trump.

Na Câmara, os democratas passarão a controlar as principais comissões e poderão convocar autoridades, requisitar documentos e abrir investigações sobre a administração federal.

No Senado, terão poder para dificultar ou bloquear indicações presidenciais para ministérios, embaixadas, tribunais federais e a Suprema Corte.

Nos estados, o crescimento do número de governadores democratas cria outro ponto de resistência às políticas do governo federal, especialmente em temas como imigração, uso da Guarda Nacional, regras eleitorais e repasses federais.

Trump continuará com amplos poderes constitucionais, sobretudo na política externa, no comércio e na edição de atos do Executivo. A derrota eleitoral não elimina, portanto, a capacidade de influência internacional dos Estados Unidos.

O resultado, porém, reduz o capital político do presidente e mostra que sua influência encontra limites até mesmo entre os eleitores americanos.

Brasil resistiu à pressão e decidiu nas urnas

O contraste entre os dois processos eleitorais ocorre em um intervalo de apenas dez dias.

No Brasil, Trump tentou utilizar o peso econômico e diplomático dos Estados Unidos para pressionar instituições brasileiras durante os processos contra Jair Bolsonaro.

A Casa Branca chegou a justificar oficialmente tarifas contra produtos brasileiros citando o caso do ex-presidente e classificando as ações do governo e do Judiciário brasileiro como ameaça aos interesses americanos.

Mesmo nesse ambiente, a eleição foi realizada e o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Lula venceu com mais de 64 milhões de votos, e manifestações de reconhecimento chegaram de mais de cem países e organismos internacionais.

Poucos dias depois, as urnas americanas retiraram do partido de Trump o controle do Congresso e entregaram aos democratas uma maioria inédita de governos estaduais nas últimas duas décadas.

Os resultados no Brasil e nos Estados Unidos não são diretamente comparáveis e ocorreram em contextos políticos distintos.

Eles mostram, no entanto, um limite comum ao poder político: tarifas, sanções, campanhas internacionais e apoio de líderes estrangeiros podem interferir no ambiente de uma eleição, mas não substituem a decisão dos eleitores.

No Brasil, a pressão americana não impediu a vitória de Lula.

Nos Estados Unidos, o próprio Trump não conseguiu evitar que seu partido perdesse Câmara, Senado e governos estaduais importantes.

Tags: Alexandre de MoraesBrasilDemocratasDonald Trumpeleições 2026Estados UnidosFlávio BolsonaroJair BolsonaroLulaMidtermspolítica internacionalRepublicanos
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Governo Trump destina US$ 1 milhão a projeto contra atuação do STF, revela Guardian
Internacional

Trump venceu sua aposta na Argentina, mas perdeu no Brasil e agora dentro dos EUA

Por Redação
4 de novembro de 2026 - 17:44
Onda democrata conquista Câmara e Senado e impõe derrota histórica a Trump
Internacional

Onda democrata conquista Câmara e Senado e impõe derrota histórica a Trump

Por Redação
4 de novembro de 2026 - 09:48

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884
Comercial: folhamg@ofolhademinas.com.br
Sugestão de Pauta / Outros assuntos: redacao@ofolhademinas.com.br