Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Notícias Economia

Ceia de Natal fica 10% mais cara neste ano, calcula FecomercioSP

Batata, arroz, azeite e alho tiveram as maiores altas

Por Redação
18 de dezembro de 2024 - 14:39
em Economia

Tânia Rêgo / ABR - 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São Paulo – A ceia de Natal dos brasileiros está 9,54% mais cara neste ano, em comparação com o final do ano passado, segundo levantamento realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Com base nas informações do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a entidade aponta que as altas de itens como batata, azeite, arroz e alho, ao longo de 2024, foram as maiores responsáveis pelo encarecimento da cesta de alimentos que integra o jantar natalino.

“É uma taxa acima até mesmo da inflação geral do país, que, no acumulado dos últimos 12 meses até novembro, ficou em 4,77%”, ressaltou a FecomercioSP.

A entidade orienta que os consumidores tentem fazer as compras em dias de promoção, que é uma estratégia comum dos estabelecimentos nesta época do ano. Aproveitar ofertas disponíveis em aplicativos e fazer os pagamentos das compras pelo PIX também podem garantir mais descontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A antecipação das compras é outra possibilidade apontada pela entidade “porque o consumo desses itens se aquece à medida que as festas de fim de ano se aproximam e, por isso, os produtos vão ficando mais raros (e caros) nas gôndolas”.

Itens
A batata-inglesa é o item da ceia de Natal que teve a maior alta de preço, com variação de 30,82% em um ano, segundo o levantamento da FecomercioSP. Na sequência, o preço do azeite de oliva ficou 28,58% maior. Outros produtos da ceia que encareceram são o leite (21,78%), o arroz (19,58%) e o alho (19,48%).

O preço das carnes em geral subiu 11,44% em um ano, enquanto os pescados tiveram uma elevação de preços mais sutil, de apenas 1,32%.

Os dados apontam que alguns produtos ficaram mais baratos no mesmo período, como a cenoura (-26,08%), o tomate (- 25,15%) e a cebola (-6,66%). “Embora não revertam os custos mais altos da ceia, são produtos que podem ser aproveitados pelos consumidores”, indicou a FecomercioSP.

Os produtos analisado são batata-inglesa, azeite de oliva, leite longa vida, arroz, alho, frutas, carnes, chocolates em barra e bombons, azeitona, chocolate em pó, frango inteiro, leite em pó, cheiro verde, coentro, refrigerante e água mineral, sorvete, cerveja, queijos, pão doce, pão francês, sal, pescados, açúcar refinado, farinha de trigo, farinha de mandioca, ovo de galinha, cebola, tomate e cenoura.

Na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), a alta é ainda maior. Os dados compilados pela entidade mostram que a alta será de 12,05%, analisando o conjunto de itens, exceto coentro e sal. Os produtos mais caros se repetem: batata-inglesa (34,07%), azeite de oliva (26,76%) e leite (25,77%).

Edição: Denise Griesinger
 

Tags: cesta básicaFecomercio-SP
Redação

Redação

Central de jornalismo

MATÉRIAS RELACIONADAS

Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE
Economia

Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

Por Redação
10 de junho de 2026 - 11:01
Economia

Mercado eleva previsão da inflação e guerra no Oriente Médio preocupa economia brasileira

Por Redação
8 de junho de 2026 - 10:07

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

  • Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

    Construção civil empregou 2,5 milhões de trabalhadores e movimentou R$ 522 bilhões em 2024, aponta IBGE

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro em nova pesquisa para 2026

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Ministério da Saúde suspende temporariamente vacina da dengue do Butantan após registros de reações graves

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Mostra de cinema destaca skate e cultura urbana em Belo Horizonte

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0
  • Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

    0 Compartilhamentos
    Compartilhamento 0 Tweet 0

Recomendado

Justiça determina prisão de jornalista perseguido por Carla Zambelli

5 dias atrás
Um novo olhar sobre amigos

Um novo olhar sobre amigos

7 dias atrás
Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

Copa do Mundo 2026 começa hoje com abertura histórica no México

11 horas atrás
  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br