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Home Polícia

Adolescente que matou a família em Itaperuna tratava vítimas como personagens de jogo, diz polícia

Crime foi incentivado por namoro virtual e influenciado por jogos violentos

Por Redação
2 de julho de 2025 - 17:21
em Polícia

Reprodução / Redes Sociais - 

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Rio de Janeiro – O assassinato brutal de uma família em Itaperuna, no interior do Rio de Janeiro, ganhou novos contornos à medida que a investigação avança. O adolescente de 14 anos que matou o pai, a mãe e o irmão de 3 anos teria agido com o incentivo da namorada, de 15 anos, com quem mantinha um relacionamento virtual. Segundo a Polícia Civil, ele tratava as vítimas como personagens de um jogo violento, consumido por ambos nas redes sociais.

O delegado Carlos Augusto Guimarães, da 143ª Delegacia de Polícia, afirmou que os perfis dos dois adolescentes nas redes sociais exibiam referências explícitas a jogos de teor extremamente violento, como o controverso “The Coffin of Andy and Leyley”, que envolve irmãos codependentes cometendo assassinatos em série. O game é proibido em alguns países e, embora o casal não o jogasse, consumia conteúdo sobre ele no YouTube.

A investigação também revelou que o garoto usou uma arma pertencente ao próprio pai, um colecionador, atirador e caçador (CAC). O pai, inclusive, teria ensinado o filho a manusear a arma de fogo, o que facilitou a execução do crime. Segundo a polícia, o adolescente agiu de forma fria e calculista, cometendo os assassinatos à noite, enquanto a família dormia.

Após o crime, o garoto enviou à namorada fotos dos corpos ensanguentados. Em uma das mensagens, ele disse: “Matei meu pai”. A jovem respondeu: “Atira nela agora”, referindo-se à mãe. Segundo os investigadores, a adolescente o instigou durante toda a ação e sugeria que ele demonstrasse ser “homem” para que pudessem se encontrar pessoalmente.

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Os dois se conheceram por meio de jogos online há cerca de seis anos, quando tinham apenas oito anos, mas o relacionamento ficou mais intenso no último ano. A distância impedia o encontro, o que gerou tensão entre o casal. A jovem chegou a condicionar a continuidade do namoro a um encontro presencial. Para isso, o adolescente planejou matar a família e usar o dinheiro do FGTS do pai para financiar a viagem até Água Boa (MT), onde a adolescente mora.

Segundo a polícia, os adolescentes também discutiram como poderiam encobrir o crime. Falaram em colocar a arma na mão do irmão caçula para simular um acidente, e cogitaram dar os corpos aos porcos. Em mensagens, chegaram a considerar matar a avó do garoto, mas desistiram com receio de chamar atenção demais.

Mesmo após os assassinatos, o casal trocou mensagens românticas e brincadeiras. Em uma das conversas, a garota escreveu: “Nunca pensei que alguém faria isso por mim”.

A jovem foi apreendida na segunda-feira (30) em Mato Grosso e está à disposição da Justiça. Já o garoto está internado no Centro de Socioeducação (CENSE) de São Fidélis desde 19 de junho. Ambos podem ficar internados por até três anos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O caso provocou comoção em Itaperuna e reacendeu o debate sobre a influência de conteúdos violentos na internet, a responsabilidade dos responsáveis legais no acesso a armas de fogo, e os riscos de relacionamentos virtuais sem supervisão familiar.

Tags: adolescentearma de fogoassassinatoCACItaperunajogos violentosnamoro virtualRio de Janeiroviolência juvenil
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