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Home Cultura e Entretenimento

Balangandãs e ancestralidade: Nádia Taquary apresenta “Ònà Irin: caminho de ferro” no Sesc Belenzinho

Exposição reúne 22 obras que celebram o orixá Ogum, o feminino e a força sagrada das mulheres negras

Por Redação
5 de novembro de 2025 - 08:17
em Cultura e Entretenimento

Foto: Sesc-SP | Divulgação. 

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São Paulo – A artista baiana Nádia Taquary apresenta, no Sesc Belenzinho, em São Paulo, a exposição “Ònà Irin: caminho de ferro”, que mergulha na simbologia dos balangandãs — peças usadas por mulheres negras e associadas a histórias de resistência, fé e liberdade.

A mostra reúne 22 obras de diferentes fases da carreira da artista, com esculturas, videoinstalações e objetos que homenageiam o orixá Ogum, o feminino e o sagrado perpetuado pelas mulheres.

Segundo Nádia, os balangandãs têm origem no período colonial e representam um símbolo de autonomia das pessoas escravizadas. “Nunca vi os balangandãs como adorno. Eles foram um instrumento de sobrevivência e de economia própria, quando não havia outra possibilidade de guardar o que se conquistava”, explicou em entrevista à Agência Brasil.

Esses adornos, feitos de ouro e prata, eram também uma forma de pecúlio, um tipo de “poupança” acumulada por pessoas escravizadas que buscavam comprar a liberdade.

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A pesquisa sobre a joalheria afro-brasileira, iniciada por Nádia em 2010, inspirou as obras expostas. “O protagonismo preto na joalheria afro-brasileira está pleno na exposição. Ela vem com a estética da opulência africana e da força feminina”, destacou.

Além de Ònà Irin, a artista também exibe a obra Ìrókó: Árvore Cósmica na 36ª Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera.

História e legado

Nádia conta que recebeu ainda na infância um balangandã que pertencia à sua bisavó, à avó e à mãe. O presente se transformou em símbolo de continuidade ancestral. “A partir dele, compreendi a presença feminina e o protagonismo dessas mulheres que ascendem em uma sociedade escravocrata e sexista”, disse.

As peças, também chamadas de balançançan, barangandãs, belenguendén ou berenguendén, têm origem em línguas africanas e carregam o som das onomatopeias que nomeiam.

Serviço

Exposição: Ònà Irin: caminho de ferro, de Nádia Taquary
Local: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1000, São Paulo
Período: até 22 de fevereiro de 2026
Horários: terça a sábado, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 10h às 18h
Classificação: livre
Entrada gratuita
Telefone: (11) 2076-9700

Tags: ancestralidadearte afro-brasileirabalangandãsCulturaexposiçãoNádia TaquaryOgumÒnà IrinSesc Belenzinho
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