Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
  • Notícias
    • Gerais
    • Agropecuária
    • Brasil
    • Cidades
    • Economia
    • Internacional
    • Política
    • Turismo
  • Esportes
  • Cultura e Entretenimento
  • Educação
  • Ciência e Tecnologia
  • Saúde
  • Colunas
    • Ediel Ribeiro
    • Lenin Novaes
    • Nilson Lattari
    • Geraldo Ribeiro
    • Denise Carvalho
    • João Baptista Herkenhoff
Sem resultados
Ver todos os resultados
O Folha de Minas
Sem resultados
Ver todos os resultados
Home Colunas

O OSCAR DE ANTHONY HOPKINS

Por Ediel Ribeiro
28 de abril de 2021 - 08:12
em Colunas

Anthony Hopkins / Divulgação. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rio – Sou fã de Anthony Hopkins.

Depois de, no último domingo, interpretando um idoso com demência, Anthony Hopkins  ter levado o Oscar de melhor ator por “Meu Pai”, vários jornais do mundo publicaram perfis do intérprete de Hannibal Lecter.

Hopkins, que aos 83 anos bateu o recorde de idade como vencedor da categoria de melhor ator do Oscar, teve sua vida exposta na mídia.

O “El País” fez um perfil bem interessante de Hopkins mais conhecido por interpretar o serial killer canibal, Hannibal Lecter, em ‘O Silêncio dos Inocentes’. O personagem, o canibal Dr. Hannibal Lecter, foi classificado como o maior vilão do cinema pelo American Film Institute.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O jornal narra a história do ator nascido em 1937, em Talbot, País de Gales. Sua luta contra o alcoolismo, a depressão, os ataques de ira, o remorso por ter abandonado uma filha recém- nascida, a ida para os Estados Unidos e seu ódio a Shakespeare e a tudo que é britânico.

O ator teve uma infância solitária e triste. Nunca teve nenhum amigo e passava as tardes desenhando e tocando piano. “Eu me sentia o mais idiota da classe, talvez tivesse problemas de aprndizagem, mas o fato é que eu não conseguia entender nada. Todo mundo me ridicularizava”, revelou.

Depois de dois anos servindo o Exército Britânico, ele se mudou para Londres e começou a estudar na Royal Academy of Dramatic Art.

Hopkins virou ator porque queria ser rico e famoso. Em pouco tempo alcançou o máximo prestígio ao qual um ator britânico aspira: protagonizar obras do National Theatre. 

Mas o teatro não era o sonho de Hopkins. Seu grande sonho era rodar um filme em Hollywood.

Entre 1967 e 1972, quando começava a despontar como um grande ator, deixou a primeira mulher, Petronella Barker, com quem teve sua única filha, Abigail Hopkins, porque percebeu que era egoísta demais para criar uma família. Em 1973 casou-se com Jennifer Lynton, união que terminou em 2002. Desde março de 2003, Hopkins é casado com Stella Arroyave.

A Partir de 1965, a carreira de Hopkins ficou marcada por algumas coincidências. Reserva de Olivier, na Royal National Theatre, Hopkins o substituiu em ‘The Dance of Death’, quando Olivier teve apendicite. Pouco depois, outra coincidência. Seu agente ligou para ele: Gene Hackman tinha recusado o papel de Hannibal Lecter, e ele era a segunda opção. Bastaram 17 minutos em ‘O Silêncio dos Inocentes’ para Hopkins entrar para a história do cinema.

Conhecido por sua habilidade em memorizar falas, Hopkins trabalha sua memória lendo poesias e Shakespeare. No filme Amistad, de Steven Spielberg, Hopkis surpreendeu a todos ao memorizar um discurso de sete páginas, falando tudo de uma só vez.

Além dos dois Oscar, Hopkins também foi premiado com três BAFTA, dois Emmys do Primetime e um Prêmio Honorário Cecil B. DeMille, entre muitos outros. O ator foi feito cavaleiro pela Rainha Elizabeth II, em 1993, por seus serviços pela arte. Hopkins também recebeu uma estrela na calçada da Fama de Hollywood, em 2003.

O ator afirma que nunca foi tão feliz como depois de completar 75 anos.

Tags: ColunaEdiel Ribeiro
Ediel Ribeiro

Ediel Ribeiro

"Coluna do Ediel" Ediel Ribeiro é carioca. Jornalista, cartunista e escritor. Co-autor (junto com Sheila Ferreira) do romance "Sonhos são Azuis". É colunista dos jornais O Dia (RJ) e O Folha de Minas (MG). Autor da tira de humor ácido "Patty & Fatty" publicadas nos jornais "Expresso" (RJ) e "O Municipal" (RJ) e Editor dos jornais de humor "Cartoon" e "Hic!". O autor mora atualmente no Rio de Janeiro, entre um bar e outro.

MATÉRIAS RELACIONADAS

Sobre a Luz e a Escuridão
Colunas

Sobre a Luz e a Escuridão

Por Nilson Lattari
3 de julho de 2026 - 08:02
Saia da zona de conforto e da caixinha e veja o que acontece
Colunas

Saia da zona de conforto e da caixinha e veja o que acontece

Por Nilson Lattari
26 de junho de 2026 - 08:45

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • Como anunciar
  • Contato
  • Sobre
  • Expediente
  • Política Editorial
  • Política de Correções

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • Home
  • Política
  • Internacional
  • Economia
  • Saúde
  • Cidades
  • Cultura e Entretenimento
  • Esportes
  • Turismo
  • Ciência e Tecnologia

© 2026 Badu Editora Ltda. Todos os direitos reservados.
O Folha de Minas | (31) 3831-7884 | folhamg@ofolhademinas.com.br
redacao@ofolhademinas.com.br